O amor é fogo que arde sem se ver… parte l
Ela só queria esquecer dele e voltar para o marido que a aguardava com amor e paciência. Na cabeça dele, do marido, só a deixara ir um pouquinho ‘lá fora’ brincar, antes de escurecer. Era mesmo uma criança.
Artistas eram diferentes. Suas telas, muito apreciadas e valorizadas, já haviam saído do país. Paris, Roma e até Japão.
Mas depois que conhecera aquele tal rapaz, o ex-militar, sua cabeça virara.
Ela até sentia remorsos por deixar um marido tão dedicado, mas a paixão fora mesmo fulminante.
A única preocupação dele era saber que o vagabundo não a queria mais. E como ela era excêntrica…
Sacudiu a cabeça, acendeu um cigarro e fechou os olhos imaginando sua mulher nos braços daquele idiota.
Foi interrompido por um policial que batera à sua porta:
_ Bom dia! O senhor era o marido de Lucy, uma pintora de quadros?
_ Como assim, ‘era’?
Junho 1, 2008 às 9:16 pm
heheh
“como assim ‘era’?”
vc é muito má.
Junho 1, 2008 às 11:15 pm
como dizem aqui no Rio… “o bagulho é sério” hehe.. um pouco de crueldade é um bom exercício pra alma, não dos pobres personagens
Junho 2, 2008 às 1:28 am
vezes fico com medo do que os personagens fariam para se vingar de nós.
Imagina se eles pudessem…
Junho 2, 2008 às 1:40 am
nem me fale… me assustou agora, Cesar… putz hehe!…