
[Quem nunca altera a sua opinião é como a água parada e começa a criar répteis no espírito.]
Este artigo foi publicado em Junho 22, 2008 às 5:01 pm, na(s) categoria(s) Malditos & Cia . Pode seguir as respostas a esta entrada através do feed RSS 2.0
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Junho 22, 2008 às 5:31 pm
E já que você é carioca… mosquitos da Dengue…
(É… Eu também faço algumas piadas de vez em quando…)
Mas estou aqui por outro motivo…
Você ganhou um selo…
http://quixotesco.wordpress.com/2008/06/22/q-do-que/
Junho 22, 2008 às 7:59 pm
Daisy, uma boa dica para você: visitar a página da British Library, onde podemos visualizar o caderno de anotações original de William Blake (entre outras raridades), checar em http://www.bl.uk/onlinegallery/ttp/ttpbooks.html
Junho 22, 2008 às 10:16 pm
hehe… o Rio é uma cidade beeem grande. Aqui onde estou tá tudo sob controle. Selo? Ganhei? Deixa eu ver, oba!!!
Junho 22, 2008 às 10:17 pm
Oi Alexandre,
Adoro suas dicas, vou lá correndo
Beijo amigo. Valeu.
Junho 22, 2008 às 11:06 pm
oi Dai
Que bela imagem! Li muito Blake quando ouvia the Doors, depois me afastei, .nada muito grave ou grave, só procurando outras leituras.
Mas é bom ler que Blake não envelheceu de significaods pra mim.
a poesia em que Cristo é visto como um Tigre é de encher os olhos e ouvidos.
abs
Junho 22, 2008 às 11:51 pm
Oi Leozinho, vi vc lá no Daniel, que bom!
Blake influenciou ´Bukowski que influenciou Ginsberg… e por aí vai. A sentença macabra contra o hipocritamente constituído tá vivinha aqui conosco. Nós haveremos de influenciar a galerinha aqui na rede.
Saudações meu lindo
Julho 5, 2008 às 1:01 am
Muito bom o que rola por aqui. Tenho certeza que os Blakes e Morrinsons que propagamos tem um q de uma linguistica extra-sensorial.
Vou colocar no meu link o teu blog.
Aproveitam e passam lá no meu: zinetralala.blogspot.com
Julho 5, 2008 às 12:46 pm
Já conhecia seu blog, gosto de lá.
Obrigada pela visita, Luciano.