Quando o vento soprar

essa

Coisas simples
Como um relógio cansado
Que atrasa a hora da colheita
Simples como um sol negro
A despedida vem com a chuva
E memórias entrecortadas
Naquela colcha de retalhos
Estampada de rosas tristes
Ressequida de suor
Ressentida na esquina eu
Simples assim, uma flor esmagada
Pela pata do mau entendido
Sem sentidos
Calo o meu cl’amor
Só eu sou.

8 Respostas para “Quando o vento soprar”

  1. Depois de tudo, o que restará? Calar o cl’amor. Sou eu só. Lindo.Triste. Estamos como nascemos. Sempre sós. Beijos.

  2. É, amigão. Mas nada que não possamos resolver com uma visita sempre amada.
    Beijos e obrigada :)

  3. oi dai

    o poema consegue passar sentimento, embora dá pra ver q talvez ñ fosse aquele q te fizesse + bem. só um detalhe, como sou minimalista, apararia algumas arestas “explicativas” ou conjuntivas para ele soar melhor. tipo,

    Coisas simples
    Um relógio cansado
    Que atrasa a hora da colheita
    Um sol negro
    A despedida vem com a chuva
    Memórias entrecortadas…

    mas é só uma opinião de leitor amigo ou de amigo leitor, ok?

    1 abraço

  4. Oi Jeff, como dizes, és meu amigo e portanto conheces meu relaxado modo de escrever. Aliás, meus melhores trabalhos passaram pela sua revisão hehe.
    Valeu.
    Beijo!

  5. Dai!
    Creio, que no final, sempre somos nós mesmos, sós!
    Beijos

  6. Adorei a analogia do Relogio cansado, tempo de quem espera, e espera….

  7. Paulo e Aline, desculpem a ausência.
    Beijos, meus caros amigos.

  8. Ok Ok..mas por algum breve acaso tu sabes bem quem é o homem da fotografia?..Hah! É o Bill Kaulitz!!! É idiota mas só passei porque vi a foto…risos.Mas és muito talentosa e seus poemas são inspiradores.

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