Quando o vento soprar

Coisas simples
Como um relógio cansado
Que atrasa a hora da colheita
Simples como um sol negro
A despedida vem com a chuva
E memórias entrecortadas
Naquela colcha de retalhos
Estampada de rosas tristes
Ressequida de suor
Ressentida na esquina eu
Simples assim, uma flor esmagada
Pela pata do mau entendido
Sem sentidos
Calo o meu cl’amor
Só eu sou.
Abril 28, 2009 às 5:46 pm
Depois de tudo, o que restará? Calar o cl’amor. Sou eu só. Lindo.Triste. Estamos como nascemos. Sempre sós. Beijos.
Abril 29, 2009 às 3:47 pm
É, amigão. Mas nada que não possamos resolver com uma visita sempre amada.
Beijos e obrigada
Abril 29, 2009 às 4:16 pm
oi dai
o poema consegue passar sentimento, embora dá pra ver q talvez ñ fosse aquele q te fizesse + bem. só um detalhe, como sou minimalista, apararia algumas arestas “explicativas” ou conjuntivas para ele soar melhor. tipo,
Coisas simples
Um relógio cansado
Que atrasa a hora da colheita
Um sol negro
A despedida vem com a chuva
Memórias entrecortadas…
mas é só uma opinião de leitor amigo ou de amigo leitor, ok?
1 abraço
Abril 29, 2009 às 4:20 pm
Oi Jeff, como dizes, és meu amigo e portanto conheces meu relaxado modo de escrever. Aliás, meus melhores trabalhos passaram pela sua revisão hehe.
Valeu.
Beijo!
Maio 1, 2009 às 4:44 am
Dai!
Creio, que no final, sempre somos nós mesmos, sós!
Beijos
Maio 6, 2009 às 9:57 pm
Adorei a analogia do Relogio cansado, tempo de quem espera, e espera….
Maio 7, 2009 às 12:34 pm
Paulo e Aline, desculpem a ausência.
Beijos, meus caros amigos.