Macrobiótica – Chá de Semancol =]

 Tinha um cara ridículo na perua que peguei, ele esbravejava toda a viagem no meu ouvido que odiava o Brasil e que Deus não existia, ai, ai…

A vida, quando levada a sério é muito saudável. Temos que começar pela alimentação: equilibrar as proteínas com carbohidratos, fibras… beber, se beber, socialmente e de preferência não fumar… nada!

Dou muito valor a essa coisa de saúde e dispenso gente que não se cuida, achando que é dona da própria vida e do próprio corpo. Nada disso, esse acúmulo de energias de que somos feitos deve ser respeitado e valorizado porque acreditem ou não Deus existe, clichês a parte chamem-no como quiserem: Buda, Demônio, Maomé, Natureza, Oxalá, Cristo, Nada, Krishna, Sidharta, Satanás… não importa mesmo, o que realmente é relevante é  sabermos que jamais poderemos nos auto-sustentar energeticamente, por isso morremos e viramos adubo, “rango” pra minhocas! P

Não há como sermos soberbos diante da morte hehe… eu adoro contemplar a nossa estúpida liberdade, a nossa impotência diante da morte e adoro quando alguém “auto-suficiente” dá de cara com a morte da mãe, do cachorro de estimação, do raio que o parta! (nossa, eu!)

Adoro rir de mim mesma, ridícula a filosofar sem nada saber. Somos uma espécie de ovnis paranóicos que não merecemos este planeta. O Brasil praticamente é o maior produtor de carne bovina e só Deus sabe em que condições de dignidade esses animais vivem ou são sacrificados.

Como é que pode darmos tanta importância a coisas materiais e desprezarmos valores  superiores como amizade e solidariedade… caramba como somos ridículos valorizando essas coisas que apodrecem e morrem… (

No fundo não tenho como provar e nem pretendo, que existe um Criador de nós, criaturas patéticas, mas eu saio fora, não vou mais me misturar com gentalha, to com a mãe do Kiko e não abro mão… )

Então para equilibrar a saúde, mental principalmente, que tal tomarmos de vez enquando um chazinho bem natural, um chá quentinho de… semancol?… ;)

PS – Já passou a raiva vai… mas gente, eu não posso recuar… :* Pra Nietzsche…:*

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Nietzsche, eu acredito em fantasmas!!

NIETZSCHE ESTEJA CONVOSCO…

Nietzsche

É sério, há de fato mais coisas entre o céu e a terra… Ainda há pouco atrevi-me a “caçoar” de Nietzsche ao postar sobre a estética… Talvez eu não tenha percebido o quanto estive leviana, deixando que meu pensamento atravessasse o meu amado mestre. Venho de orientação filosófica de base oriental, porém não tenho como fugir desse meu estupendo Nietzsche. Eis que peguei “O Anti-Cristo” para passar uma vista e dei de cara com o carão do homem:

As condições sob as quais sou compreendido, sob as quais sou necessariamente compreendido – conheço-as muito bem. Para suportar minha seriedade, minha paixão, é necessário possuir uma integridade intelectual levada aos limites extremos. Estar acostumado a viver no cimo das montanhas – e ver a imundície política e o nacionalismo abaixo de si. Ter se tornado indiferente; nunca perguntar se a verdade será útil ou prejudicial… Possuir uma inclinação – nascida da força – para questões que ninguém possui coragem de enfrentar; ousadia para o proibido; predestinação para o labirinto. Uma experiência de sete solidões. Ouvidos novos para música nova. Olhos novos para o mais distante. Uma consciência nova para verdades que até agora permaneceram mudas. E um desejo de economia em grande estilo – acumular sua força, seu entusiasmo… Auto-reverência, amor-próprio, absoluta liberdade para consigo…

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Humor negro! Vixe!

 

Quatro amigos inseparáveis combinaram de irem à praia no final de semana, sendo que um dos quatro sofrera um acidente e ficou, pasmem, sem pernas e braços, coitadooo! Mas os amigos eram de fato unidos e sempre levavam o amigo deficiente com eles.

Sendo que neste dia encontraram na praia umas mulheres dessas que homem nenhum resiste. Foram então para o bar e deixaram o amigo quietinho na “beirinha da praia” pegando aquelas marolinhas inofensivas.

Mas  o papo tava bom, e desce chope, mulher é bicho danado, queriam mais era gastar o dinheiro dos otários. Enquanto isso o mar foi crescendo e o aleijadinho lá, entrando em franco desespero, já não tinha ninguém na praia, ele iria morrer…

Mas eis que vem passando um homem muito bêbado e pára, observando com olhos alucinados tamanha crueldade: “Mas quem foi que fez essa maldade com você… Como há homens perversos nesse mundo, meu Deus!…” O rapaz contente abre um sorriso, o bêbado então o pega no colo, espera a onda estourar e o solta chorando: “Vai, minha tartaruguinha, eu sou um bêbado, mas amo e respeito a natureza… vai tartaruguinha!…”

Onde está o humor negro: na lamentável insanidade de um alcoólatra ou no deficiente físico… nunca soube hehe…

ps – Foi só pra descontrair pessoal… fui! )

ps2 – Mas depois que ri muuuito desta piada que me contaram eu, como sempre biruta reflexiva, fiquei a imaginar o quanto os homens se discriminam entre si… Antes fosse tudo mesmo engraçado nesta vida… ^^ []

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O preço da beleza – escravidão mórbida

Bíceps e glúteos!

Desde a Grécia Antiga a beleza do corpo é considerada pelo homem a condição essencial dele se impor aos outros, se firmar dentro do seu meio social, ser notado e respeitado. A beleza física parece mesmo “imprescindível” para felicidade desta espécie tão esquisita que é a humana.

Levados a sério estes critérios hoje, em pleno séc. XXI as pessoas continuam com essas crenças absurdas de que não podem ser gordas, magras, altas, ou seja lá o que for que persigam e consideram belo.

Como não estou e jamais estive com a presunção de estar acima do bem e do mal, já vou deixando registrado aqui que já gostei muito de esportes, joguei hand ball, vôlei ball – que desisti pela mísera altura de 166cm – tenis de mesa, natação e até futebol feminino. Era pura saúde antes de perceber que estava começando a viver somente para meu corpo pois a vaidade misturou-se ao amor pelos esportes. À esssa altura parei para refletir. Pensei e pensei, mas não teve jeito: mergulhei de cabeça numa academia que um amigo montara aqui perto de casa. Já tem alguns anos isso, inclusive este meu grande amigo veio a falecer de enfarto por excesso de malhação, ai, ai…

Desde esse dia eu resolvi pensar mais profundamente nesta questão de estética. Resolvi dar mais atenção à questão da ética e da moral, sem perder a dieta de vista, é claro, e nem deixar de dar ao menos umas caminhadas por aí.

Embora me considere sob muitos aspectos Nietzschiana, esse filósofo tinha lá seus complexos de superioridade e desconfio que bebeu na fonte antiga da Grécia, porém este não é o caso.

Beleza para mim está no brilho sincero de um olhar, numa atitude nobre ao ajudar um amigo ou mesmo a um desconhecido.

Beleza para mim é boa alimentação e cérebro oxigenado, é ter virtude de amar a natureza, trabalhar e se sentir útil. Acordei pensando nesta questão de estética sem ética porque soube há poucos dias que um vizinho meu, por excesso de malhação sem cuidados médicos, veio a falecer também de enfarto, também nesta mesma academia onde eu mesma muito malhei e onde perdi o Henrique, o fundador do “templo da beleza”,  um dos meu mais sinceros amigos.

Até que ponto a beleza importa, alguém vai gostar de você só porque tem lindos bíceps ou estonteantes panturrilhas? Ou se seu tórax é tão sexy que as mulheres desmaiam quando passa arrotando energéticos… Ou ser feliz significa ter os melhores glúteos do pedaço… Sem chances!

Ah não, não mesmo… isso é coisa de Gécia Antiga.:)

Aproveito para parabenizar nossos atletas que até agora nos honram com 34 medalhas de ouro aqui no PAN!! =P

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Devaneios ao vento – sem fronteiras

Surrealizando meu sonho

Tem horas que nada vejo em minha frente, eu ando e ando por dentro de mim mesma e não consigo achar nada que me faça recuar, eu olho minhas glândulas e meu linfa e fico feliz porque me sinto livre, aí eu não tenho fronteiras e nem amarras. Não me preocupo com meus gametas e nem com a qualidade de meus pensamentos. É como se estivesse numa rua deserta, mas acompanhada de uma brisa amiga que me sorri percebendo a minha solidão, mas não é solidão viciada e acostumada, não é tristeza, é um estar sozinha que que me faz companhia.

Aí, neste meu cantinho eu começo a divagar. Acomodo minha alma sobre uma grande pedra e em torno só vejo árvores e nuvens, o silêncio é absoluto, mas não é yoga e nem nada que haja neste mundo, nem estou aqui fora nele… caminho por dentro de mim e busco com desespero tranquilo uma ruazinha onde eu possa ficar por alguns instantes me escondendo do resto do planeta.

Nesses momentos de sumiço eu me sinto dona de minha vida e dos meus passos, não ouço vozes e nem penso em ninguém. Acaricio meus lamentos e dou-me carinho sem cobrar, escuto como águas de cachoeiras minhas lembranças boas deslizarem entre minhas veias… estou dentro do meu oásis e meu sangue escorrega tranquilo pelos caminhos do meu cérebro, todo meu organismo está em paz. Nada existe aqui que não seja só meu, minha boca morde suavemente meu sorriso de paz.

Aqui nesse lugar o prazer é todo meu e continuo a caminhar, vejo até ao longe ovelhas de espumas, estas sim eu até deixo entrar, são silenciosas, e como preciso de silêncio…

Nesses momentos nada faz sentido no meu ser exterior, tudo deixa de existir e que bom, não existem preocupações com o que virarei após a morte e pra dizer a verdade aqui nem morte existe. Há sim um não estar absoluto e canta minha alma em sussurro uma canção de ninar e ficamos recostadas uma na outra até o medo passar.

Medo de ter que voltar aí pra fora, olhar de novo as desgraças da vida, a guerra entre os homens, as injustiças e as maldades. Falta de amor, a soberba, a inveja e a ira. São os monstros dos quais me escondo e esse esconderijo não tem nada de rijo, é muito tênue e eu sempre tenho que voltar e quando isso acontece, eu sempre volto com passos vacilantes.

Estou tão pura e tão transparente, que pareço uma composição etérea, um produto como algodão doce que dissolve fácil nos lábios desse mundo em ira… por isso, sei que não tenho como fugir das mazelas desse meu planeta, porém ainda tenho esse meu refúgio onde, quando posso me esconder me transformo apenas em composição química de devaneios…

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Medicina e crenças – deu certo!

Existem umas tribos na Amazônia, as tribos indígenas do Rio Negro, que consideram as doenças consequências de dois fatores: a primeira pode ser um feitiço rogado por índios de outra comunidade – devido a disputa por mulher ou coisa de comida, sabe, colheitas de mandiocas, essas coisas. Casamentos entre etnias é comum entre eles, então às vezes uma mulher pode causar sérios problemas.

A segunda causa das doenças, segundo suas crenças, pode ser devido à desobediência aos rituais. Algo do tipo eles acreditarem que homens peixes, nossos antepassados, invejam a fertilidade da mulher, então após a primeira menstruação, as jovens índias devem ficar numa espécie de cercado e não podem comer determinados tipos de alimentos.

Crenças à parte, com todo respeito aos indígenas (minha vó era descendente dos pataxós), para que haja um certo equilíbrio no planeta, uns povos tem que ceder, não é, em suas culturas, o suficiente para que possa existir a harmonia entre os povos. E como não somos apenas nós divagadores que pensamos assim, eis que um grupo de médicos se interessaram por essas tribos da Amazônia! São os Expedicionários da Saúde, médicos de Campinas, SP. Então, olha que incrível: a medicina avançada dos cirurgiões foi ao encontro de comunidades, as mais rudimentares do mundo!

Lá eles fazem cirurgias, acompanhamentos terapêuticos e têm os mais modernos equipamentos que existem.

Este post indica, a meu ver, o começo de uma nova era na qual eu acredito mesmo: “Teoria dos Sistemas” (falarei mais a respeito), uma nova visão de futuro, onde a união humana suplantará até mesmo a mais radical das religiões. Eu ponho fé, meu amigo.

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O que é ecológico? ^^

Acho sinceramente que alguns assuntos deveriam deixar de ser “palavras”, porque palavras se perdem no ar e nem mesmo esse tão comemorado escritor poderia perpetuar isso que está mais para consciência que para palavras.

O assunto se resume a um único fator: educação. Existe um município aqui que é bem conhecido, lugar de veraneio, Maricá. Uma amiga engajada em ongs protetoras de animais disse-me outro dia que esta cidade superou estatisticamente a incidência de maus tratos aos animais em todo Estado do Rio de Janeiro.

Em países de primeiro mundo – e falo sem afetação, gosto de ser brasileira – conhece-se a educação do povo pela consciência e respeito que lhes são dadas. Desemprego e classe operária tem em toda parte, mas o importante é a gente se lembrar que falar de “criança de rua” já foi: elas mesmas estão se organizando em ongs sociais. Impunidade política, tudo indica que essa vergonha está por passar – não, isso é muito otimismo – mas diminuir é a tendência.

Outro dia um ministro japonês se enforcou para acertar as contas com sua família e com a sociedade. Bom exemplo, né?

Então o que é ecologia? Falar de plantinhas verdes e céu poluído… Acho que é muito mais que isso: falta de respeito ao próximo é ecologia, conteúdo falho nas escolas é ecologia, desprezo aos animais inferiores é ecologia e finalmente, ficarmos indiferentes a isso tudo, além de desprezível, é anti-ecológico pra caramba!

Gosto muito de humor, mas é impossível ficar feliz quando vejo na internet fotos de animais abandonados… e não dá pra fazer piadas sabendo por essa minha amiga que pelas ruas de Maricá, um pobre cachorro vagava com um assustador buraco no dorso…

Às vezes não dá pra rir não. =[

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