Zeruia – o cupido vesgo

Zeruia era um cupido meio estabanado por natureza que fora chamado à este cargo quando ainda era adolescente. Foi em direção ao diretório santo para saber se era mesmo com ele que queriam falar. Ouviu de Zeus com sua voz de trovoada que em consideração ao seu pai, um semi-deuzinho sem importância, faria exceção naquele caso e advertiu ao jovem atrapalhado que caso errasse estaria definitivamente banido do mundo dos deuses e semi-deuses, seria um mortal para o resto de seus dias.
E lá foi Zeruia, com um leve sorriso nos lábios, ávido e excitado com sua nova missão.
Veio pra Terra imaginando quantas pessoas ele faria felizes, quantos casais uniria e quantas alegrias traria em seu coração, muito amor ele carregava e prestaria atenção especial nos jovens.
Aterrisou em uma praça cheia de bancos, uns trinta, ele calculou e em cada banco havia um casal, Zeus! Que coincidência, era o dia dos namorados e ele teria trabalho porque sempre brigavam esses casaizinhos da Terra. Foi primeiro confirir os adolescentes e jovens.
Se aproximou discretamente do primeiro casal, estava bem e apaixonado:
“Então, viajamos amanhã, saimos às sete para a rodoviária.” disse a menina.
“É isso!… e não esqueça as camisinhas e as mantas, lá não tem roupa de cama -olhar lânguido- mas tem cama, amor, isso é suficiente…” – disse o rapaz, puro hormônio.
Zeruia ficou rubro, pois não estava acostumado a esse desprendimento dos humanos. Ele não sabia direito o que era sexo, o amor sim, esse ele conhecia, era sua função afinal de contas. Sua mãe lhe dizia sempre que o amava absurdamente.
Chegou perto de outro casal. Esse estava brigando. Ótimo! Teria seu primeiro trabalho, uniria um casal estressado. O rapaz, de olhos e mãos crispados vociferava sem se importar com as pessoas em volta:
“Já disse que não!!!”
A menina, de cabelo lisinho e vermelho, com uma franja tão inocente que mais parecia uma anja, ficara imovóvel, respirando mais acelerada. Zeruia sentiu um aperto no peito, uma ternura e uma vontade louca de encostar sua boca na da menina. Volta de seus devaneios:
“Eu não te quero mais, não me liga, não manda e-mails e não vá ao cursinho de Inglês atrás de mim: EU NÃO TE QUERO MAIS!!”
Sem perceber, o cupido estava sentindo um ódio tão grande, tão intenso que soprou no ouvido do rapaz uma maldição. O rapaz, assustado, saiu apressado enquanto a menina da franja vermelha respirava mais forte, seu peito arfava e Zeruia não resistiu sentando-se ao lado dela, olhos fixados naqueles dois montes que subiam e desciam enquanto ela respirava. Eram bem parecidos com os de sua mãe, mas ele jamais sentira “aquilo” antes.

A verdade era que ele não cumprira sua tarefa, não unira o casal no dia dos namorados e foi chamado ao diretório santo para um esculacho de Zeus e seus assessores:
“ZERUIA! – o cupido tremeu e seus olhinhos vesgos giraram na órbita – SEI QUE FRACAÇASTES, TUA PUNIÇÃO JÁ SABES QUAL É: IRÁS PARA TERRA E SERÁS MORTAL!!!”
Zeruia, num ímpeto de mortal mesmo, quase humano, deu pulinhos de felicidade para espanto de Zeus e os outros deuses do diretório.
Pegou sua mochila – trazida da Terra, do menino que saíra correndo – arrumou uns mantinhos e se foi, depois de beijar a mãe, não sabia bem por que mas já não sentia tanta ternura por ela não, só lhe vinha à cabeça a imagem da menina ruiva, a bela franja… e sua respiração forte e grande.
Chegando aqui na Terra, foi à praça em busca da ruivinha amada. Olhou e olhou. Já entrava em desespero quando a avistou sozinha em banco mais distante. Se aproximou. Sentou-se ao lado dela, mãos trêmulas, um suor mortal e frio, uma sensação jamais experimentada. Zeruia estava apaixonado! Aquela vontade de beijar a menina já o deixava de tal forma descontrolado que não resistiu e, abraçando a garota, beijou-a longa e apaixonadamente.
Sentiu quando a largou, um estalar de de cinco dedos em sua face já vermelha de paixão. Assustado se defendeu:
“Me desculpe menina! Eu não queria… Olha, eu posso explicar… não sei como as coisas funcionam por aqui – olhos trocados -… eu não sou daqui…”
A menina se levanta, sopra sua franja e esbraveja:
“EU não sou daqui! Já aguentei muito desaforo neste lugar! Aliás nem sei por que aceitei esta função de cupida, viu! Voltarei agora e direi ao meu tio Zeus que estou fora!!”
E assim, Zeruia, mais vesgo e estupefato do que nunca descobriu finalmente o que era amar… e não ser correspondido.

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Arnaldo Antunes – A cabeça pensante, o verdadeiro titã

Arnaldo Antunes

A ESSÊNCIA ESTÁ NA INFÂNCIA?

A revolução dos anos 80 teve, dentre muitas manifestações artísticas, algumas bandas de rock inesquecíveis. Além de o brasileiro estar se desvencilhando da Ditadura Militar, os artistas se aventuravam em busca da recém adquirida liberdade de expressão, esta liberdade começava a se fazer notar pelas letras das canções, no teatro e na rotina do povo brasileiro. Dentre as bandas que fizeram minha cabeça destaco Titãs pela ousadia e coragem de defender as idéias mais que libertinas. Porém Arnaldo Antunes continua no ranking cult escrevendo letras incríveis e textos os mais diversos. Um exemplo é esta aí, onde reflete na forma inversa de se considerar o ser humano, isto é, buscando a essência na infância, fase que passamos e que nos dá toda a diretriz para seguirmos vida à fora… ou não.

Saiba: todo mundo foi neném
Einstein, Freud e Platão também
Hitler, Bush e Sadam Hussein
Quem tem grana e quem não tem

Saiba: todo mundo teve infância
Maomé já foi criança
Arquimedes, Buda, Galileu
e também você e eu

Saiba: todo mundo teve medo
Mesmo que seja segredo
Nietzsche e Simone de Beauvoir
Fernandinho Beira-Mar

Saiba: todo mundo vai morrer
Presidente, general ou rei
Anglo-saxão ou muçulmano
Todo e qualquer ser humano

Saiba: todo mundo teve pai
Quem já foi e quem ainda vai
Lao Tsé Moisés Ramsés Pelé
Ghandi, Mike Tyson, Salomé

Saiba: todo mundo teve mãe
Índios, africanos e alemães
Nero, Che Guevara, Pinochet
e também eu e você

Música e letra – Arnaldo Antunes

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Motos e crimes

Praia e favela - Rio de Janeiro

Engraçado como o tempo passa e as coisas vão mudando, principalmente em paises onde reina a… impunidade? Não! Isso já é mesmo vergonha crônica do brasileiro. Falo de mudanças sutis, que vão aparecendo, estragando mais ainda a sociedade, os costumes e a família como organização social. Falo do absurdo e muito bem organizado Negócio do Tráfico!

Aqui pelo Rio de Janeiro tá tudo bem, continua o velho acerto: ninguém se mete com ninguém, olhos alucinados e vistas grossas do governo em eterno transe.

Mas o assunto era sobre “novidades” existenciais de bandidos pobres e dos elegantes engravatados.

De algum tempo pra cá notei que a informalidade criou um novo meio de subsistência, uma forma de ganhar um dinheirinho extra, enfim, assim como camelôs que vão do Leblon à Copacabana e que deixaram por um tempo o centro de minha cidade uma zona de guerra entre a prefeitura com seus guardas municipais de um lado e os camelôs dublés de traficantes de outro. Mas acabou, nosso prefeito é megalômano e não gosta muito de pobres, inda mais espalhados por essa linda cidade histórica. Menos mal no quesito “tráfico urbano”.

Mas a nova e lamentável modalidade de arrasar com famílias e jovens cariocas é a seguinte: o garoto compra uma moto, se instala em um pseudo ponto de “moto-táxis” e espera tranquila e iludidamente o dinheiro aparecer, quando um orelhão toca e é geralmente um “cliente” pedindo a droga. O menino (tem até de 15 anos!) vai à favela mais próxima (gringo acha bonito as favelas cariocas, mas é por causa de droga e prostituição), ele compra a droga e leva na casa do cliente. Negócio lucrativo, “fácil”. Como são jovens, a maioria de classe mediana, família estruturada, acham que passam despercebidos. Foi o que disse sobre “vistas grossas”.

Nada tenho contra esses meninos, evidentemente, mas uma agulha entrou  em minha espinha crítica quando soube outro dia que o Diego de 22 anos, praticamente meu vizinho, desaparecera, só encontraram sua moto, nova em folha, zero, à venda em uma dessas inúmeras favelas cariocas…

Dizem que foi a “Mineira”, mas este já é outro assunto. =/

Ironicamente o apelido do Diego era “Jovem”

Jovem que ia e vinha  buscando a vida mais bonita

Jovem que ainda tinha esperança e inocência em sua moto

Jovem que arriscava sua pele no trânsito com pressa de chegar

Jovem que ria com a namorada, dinheiro no bolso

Jovem meu jovem que não mais verei em sua moto

jovem com a cara no jornal e o corpo sumido

Jovem de sorriso tão lindo em baixo da terra

e agora onde estará

O Jovem que enfeitava minha cidade com sua beleza…

E seus olhos sorridentes e os dentes tão brancos… (

MAS O RIO CONTINUA LINDO… ISSO VAI PASSAR.

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O homem que ficou só

mãos

CONTO de DOMINGO – O homem que ficou só

Ele não olhava para os lados, e nem se preocupava mais com a solidão das pessoas ao redor. Apenas convivia com o barulho infernal de sua cidade que lhe confundia a cabeça e um simples ruído de carros deixava seu coração em alerta.

Foi numa manhã de domingo e ele estava mesmo sem saber o que fazer, como agir, o que falar. Só dera tempo mesmo para tentar estancar o sangue da mão, tirar os vestígios do crime cometido. Enquanto caminhava na rua, mão enrolada em flanela, ia se perguntando intimamente se valera à pena ter lido Diógenes, Heráclito, Apolônio para viver daquele jeito, cuspindo pelos cantos da boca sua agonia de tanto pensar, entre um comprimido e outro, entre o banheiro e o quarto, esbarrando sempre em tapetes de livros espalhados pelo chão, o chão que os profetas pisaram, mas a terra devoraria seu corpo enxangue num próximo momento…

Solidão era o que mais ele mastigava por isso seu corpo era magro e seus cabelos ralos caíam pela testa suada de pensar no nada. Uma mulher passa por ele neste momento e dedica-lhe um sorriso de compaixão. Mas ele não queria compaixão, queria paz e suturar o sangue de sua mão. Que elas fossem pro inferno- sua mão e a transeunte do bem!

Tantas teses, poemas e pensamentos escritos, tantas poesias desnudas e sensuais àquela amante selvagem que lhe deixara a alma e as costas com marcas de arranhões em meio à taças e mais taças de vinho e morte. Olhou para trás e a mulher sorridente ainda se preocupava com sua dor infame. Sacudindo a cabeça, acendeu como pode um cigarro e soltando baforadas iradas, voltou a pensar com ódio por que lera Cícero, por que fora à Roma, nada perdera por lá, ainda mais em século tão distante…

Caminhava o poeta maldito, sem mulher, sem gozo, sem fúria ou paz, apenas um poeta que sangra, por dentro e fora, com seus passos vacilantes e a boca suja de pelos de quem há muito não liga em escanhoar a barba. Um homem que sofre a dor do mundo, a agonia dos que nada têm pra pensar… e como ele já pensara na maldita vida!…

Agora todo seu braço está dormente e o sangue escorre insistentemente por seu corpo, manchando com aquele vermelho desesperado sua calça Pierre Cardin ultrapassada e frouxa. Vai passando os olhos pelos transeuntes da rua para ele deserta, e sofre por não ensinar o que leu e escreveu. Então, por Deus, por que perdera tempo lendo Sartre, Heidegger, e a deliciosa Simone de Beauvoir…

Sentia ainda o perfume lascivo daquela mulher insensata que nada lhe dera além de inúmeros orgasmos entre um poema e uma citação de Kant. Além de beijos rachados de terror e hipocrisia ao fingir ser a musa do poeta bandido, o poeta andarilho, pobre e rico, feio e belo, negro e aço, aço de paixão e membro entumescido. Um poeta marginal, confuso e louco que só queria amar e jamais ter lido ou escrito. O poeta que já não acredita em nada, em ninguém… Pra que ter lido a Bíblia de trás pra frente se no final das contas descobre que não há Deus em nenhum lugar, em nenhuma atmosfera, em nenhuma alma, principalmente na alma daquela mulher sem coração nem escrúpulos ao fingir paixão com lânguidos suspiros mentirosos…

Agora respira, será socorrido por médicos ignorantes e frios que não sabem, ele pensa, não sabem que cada gota daquele sangue vale cada livro que leu e jogou fora, cada poesia que amassou para enxugar o suor de sua testa ou enrolar um baseado. Era sangue de toda sua vida e os carniceiros não sabiam, só se importavam em não sujar seus jalecos brancos e imaculados. E pra que ter lido e escrito por toda sua vida se a mulher da sua alucinada paixão o deixou… Então aí está, pensa o poeta, não precisei mais de minha mão, costurem o que sobrou porque não leio, não amo… e não escrevo mais…

Fim

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No stress – use perfumes!

flor de lótus

Cheirosos e calmos

Muito antes de existir o “machismo”, os orientais já estudavam e cultivavam a arte de energizar a vida e o espírito. Estamos falando de longos milênios. Chegamos até aqui, neste início de terceiro milênio, confusos, poluídos, amargos e… estressados!…

Eu já comentei por aí que tenho base oriental em minha educação, um pouco de Xamanismo de minha vó e o amor a música e cultura africanas de onde saíram pra mim o jazz, o blue e o meu amado rock’n roll.

Mas é de stress que estamos falando e é um assunto oportuno porque venho notando que muitos internautas, vez por outra, se escangalham emocionalmente na manipulação desta geringonça eletrônica e definitiva “lei de comunicação” que é a internet na era atual – segundo as Escrituras Vedas estamos na ‘era de ferro’ – é quase eletrônico, acho que tem a ver. É a era da falta de amor e compreensão, das brigas e guerras, da falta de crenças reais. Era da dureza.

Posso garantir que tenho mil dicas para melhorar sua qualidade de vida, estudos sérios que fiz com bases científicamente provadas.

Então, hoje minha dica é deliciosa e agrada à quase todos. O perfume como tratamento terapêutico e espiritual.

Como disse, esta arte é milinar e hoje em dia é mais que comprovado o efeito dessas delícias em nossas vidas, em nossos corpos, em nosso espírito. Então hoje vou te dizer os aromas que você pode usar para combater de forma agradável o mau humor, o nervosismo… o stress!

Aromas Relaxantes:

– Erva-doce

– Jasmim

– Violeta

– Lavanda (meu preferido)

– Olíbano

– Alfazema

– Sálvia

– Flor de Lotus

– Pinho

– Maracujá

– Anis

– e toda linha infantil (uso colônia Johnson’s pra faculdade)

Não tem erro, além de ficar agradavel e suavemente perfumado (a) você fica tranquilo (a) e atraente. Escolha o seu! ;)

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Jornalista Blogueiro investiga “Googlepédia”!

Google – Com a recente mudança no site , que agora em suas buscas aparecem mais resultados de conteúdos da Wikipédia  (enciclopédia de pesquisa colaborativa da internet), demonstra o valor desta enciclopédia, pois sabe-se que resultados advindos do Google, são considerados valiosos. Quando uma empresa aparece neste site de busca, dependendo da frequência, pode significar sucesso ou fracasso para o empresário.

Há suspeitas de que, segundo o livro A Busca – Como o Google e Seus Competidores Reinventaram os Negócios e Estão Transformando Nossas Vidas, haja manipulação de resultados das respostas para favorecer a Wikipédia.

O jornalista John  Batelle (escreve assim mesmo), autor do livro, e alguns empresários se perguntam se estaria mesmo o Google favorecendo a Wikipédia, até especulam estar nascendo uma “Googlepédia”.

“Já havia bastante links  para a Wikipédia no site de busca, mas recentemente deram um senhor salto. Todos viram –  continua o blogueiro – que realmente o artigo ‘Britney Spears’, criado em junho de 2004 na Wikipédia, ganhou 11 posições no Google nos últimos 30 dias, segundo o site Alexa” –  este site mede a audiência de grandes portais na internet.

Segundo o jornalista, nenhuma empresa pode pagar ao Google para ganhar posições no resultado de buscas, mas apenas para aparecer numa área comercial, reservada à publicidade. O que se questiona é se haveria um interesse comercial por trás da ascenção da Wikipédia na busca do Google.

A Wikipédia afirma não ter negócios vinculados ao site, mas Google e Wikipédia estão mais juntos do que se imagina, segundo o blogueiro.

A enciclopédia eletrônica  ainda depende de doações para se manter e quanto mais cresce, mais caro é administrar seu banco de dados.

“Em algum momento próximo , manter esse conteúdo seria um negócio insustentável”, diz Johon Batelle.

“Seria nessa hora que Jimmy Wales, fundador da enciclopédia, bateria à porta do Google”. E  que o Google tem a ferramenta perfeita para resolver o problema da Wikipédia: seu sistema de publicidade. Diz ainda que a Wikipédia poderia permitir anúncios nos verbetes semelhantes ao do Google. O lucro do patrocínio seria dividido entre os dois parceiros, Google e Wikipédia.

E quanto a nós usuários?

Para esse blogueiro da Comunicação e internauta, a Googlepédia também não seria uma má idéia – reuniria dois dos melhores serviços da internet em um só lugar.

(Revista Época).

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“Dia Internacional do Orgasmo” (?!)

Aos desavisados…

Beijo na Boca

Hoje fui lá no blog de minha amiga Cecília, lá no Curitibocas e fiquei sabendo em primeira mão que hoje é o Dia Internacional do Orgasmo! Confesso que fiquei surpresa, depois de tanta comemoração ao Dia do Escritor que tanto prazer me causou lá no amado Lendo.org, eis que fiquei alí, diante de Cecília e João Varela, pernas trêmulas sem saber o que falar. Bem, em primeiro lugar eu nem sabia que existia um dia específico para algo tão natural e tão íntimo que é o orgasmo! Depois, João ainda faz uma piada, dizendo que ainda não havia tido um logo neste dia! P

Mas, considerações à parte, vamos lá, falar desse cara que ganhou um dia especial só pra ele. Só pra ele mesmo porque acredito que muita gente vai dormir hoje sem comemorar… )

Na minha humilde definição, orgasmo é o clímax de uma atividade humana que envolve os cinco sentidos simultâneamente :O

É provado cientificamente que nós, seres humanos, desfrutamos do sexo tão plenamente e tão sensitivamente que realmente me causa surpresa um dia especial para o que deveria ser consequência do sexo, bem feito, naturalmente.

Segundo o amigo João isso é coisa de americano, logo vi, o que mais eles teriam a comemorar depois de mais uma vergonhosa invasão à pátria alheia… =[

Ah, o 4 de julho não conta, depois do dramalhão que foi Tom Cruise de paraplégico dando uma de herói inocente pós guerra santa do Vietnã.

Nem dá pra sentir prazer, se fosse uma data inventada por um outro povo até ia, mas lá da terra do Busch, nem pensar cara pálida!

Mas vamos ao assunto realmente prazeroso, virtuoso e agradável, Kamasutras à parte, considero o sexo uma manifestação pura de demonstração de amor e desejo, de carinho e cumplicidade, sexo, na nossa espécie, é divino porque, como disse antes, é a única atividade humana que se utiliza dos cinco sentidos ao mesmo tempo e quando ele vem acompanhado de amor, sai de baixo, é chique demais… P

Mas continuo sem saber o que dizer a respeito dessa data comemorativa, acho que só me resta dar meus parabéns ao João e Cecília que me inspiraram pois nada tinha em mente para escrever hehe…

Então para quem pode comemorar, um feliz Dia Internacional do Orgasmo pr’ocês e desejo que amem e amem muito, independente de datas. ;)

… E se você vai passar esta noite sem alegrias, se preocupe não, pelos meus cálculos metade da população mundial está copulando sem saber que é dia de festa e a outra metade pode até saber, mas como nós, suponho, não está nem aí pra essas invenções de última hora hehe… ;)

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