Mulher triste, é mulher solta! Mamutes, acordem!

 Desde os primórdios

No tempo em que caçávamos mamutes, era realmente melhor que ficássemos, nós mulheres, submissas aos trogloditas barbados que nos obrigavam a fazer amor (?) com dor de cabeça e fome.

Tempos bizarros, momentos dolorosos de dependência sexual. Já aí, o macho se impunha como mantenedor de todas as coisas, de nossas vaginas, tripudiando nossas ambições mais íntimas. Tudo por um prato de comida. Por uma proteção inóspita e um falso delírio orgástico, orgânico, orgias de prazer na escuridão. Dor e preconceito que antecediam as dores de hoje.

Mulher, ainda hoje é tratada como objeto gostoso que eles devem proteger, possuir e manipular, tomando pra si o que não lhes pertence. Mulher de hoje escolhe quem quer, como quer e se quer.

Por muitas décadas fomos conduzidas como fôssemos experiência de seus laboratórios sexuais. Por muito tempo nós sofremos caladas e nem sabíamos o que era gozar, enquanto os amorecos se divertiam em tabernas com prostitutas antigas que provavelmente também tinham lá suas dificuldades para irem ao céu.

Mas o que realmente me espanta é notar que por toda parte, ao menos por aqui, nesse pitoresco e ultrapassado terceiro mundo, ainda há homens que nos deixam com terríveis dores de cabeça. Lamentável e patético!

Mas a notícia boa é que, assim como a Dai, há muitas mulheres virando o jogo, inclusive as fêmeas árabes, nossas últimas parceiras que esperávamos aderirem à causa, onde resolvemos que nós seremos as caçadoras. E que desejamos nossos ‘mamutes’ dóceis e compreensivos na hora da cama, e em todos os momentos da existência.

Outra notícia boa é que continuamos meigas e muito afim de ter apenas um de vocês a nos fazer a corte. Não está em nossa natureza a bigamia, atividade inventada provavelmente por um macho no cio.

Então, é esta minha reflexão, nada mudou, ainda queremos nos casar, ter filhos e amar nosso homem, nossa família, mas agora, dá um tempo cara pálida, também temos algumas exigências a fazer e uma delas, a fundamental, é que descubram que fidelidade é tudo numa relação. Sexo no relacionamento único não enjoa, basta ter criatividade e emoção. Fantasia não é roupa dourada no carnaval. E o ponto ‘G’ existe.

Por nós, podemos ficar com um só homem para o resto da vida, porém, se instirem nessa arcaica e cafona performance de ‘pular a cerca’, tenham certeza de que faremos o mesmo, com um único risco: gostar mais do outro que, de longe, jamais nos magoaria.

A idéia é que finalmente Adão e Eva se entendam.  ;)

Pense nisso, adorável sexo oposto. Afinal, nascemos um para o outro.   S2

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