Femininas apesar da conquista homérica – cinematográfico!

 Sendo mulher… e fazendo cinema.

Não não, não é assunto ultrapassado falar da mulher atual =P

Não foi tão fácil ou rápido pularmos as cercas de nossos castelos e “invadirmos” o mundo dos homens. Deixar de ser a princesa nos custou: trocar pneu de carro, as lâmpadas da casa, dirigir com “braços fortes”, sujar as mãos de graxa (argh!), desentupir pias, pagar as contas (ai!)… mas de certo não perdemos ou não devemos perder a feminilidade e nem o amor ao sexo oposto, correto? Isso nem pensar, querido!

Ser feminina:

Ser feminina é mais que ter beleza, charme e estilo. Feminilidade é alguma coisa a mais, difícil de definir, mas é irresistível, não se tenha dúvidas. Eu acredito naquele sorriso ao cruzar as pernas, num olhar puro mas cheio de malícias e sonhos, um casaquinho de lã ou uma echarp caída nos ombros. Um aromazinho agradável saindo dos cabelos, um hálito de hortelã ;)

Aceite gentilezas – Na verdade não precisamos realmente que homens abram a porta do carro ou puxe a cadeira para sentarmos, mas devemos deixar que isso aconteça sim porque é ótimo exercício para gentilezas. A delicadeza só faz bem e demonstra sensibilidade;

Não tenha vergonha de pedir – Nossa “emancipação” nada tem a ver com necessidade de ajuda. Como falei lá em cima, podemos deixar os homens trocar nossos pneus, quer dizer, do nosso carro hehe. Temos realmente mais dificuldades para certas tarefas de manutenção. ;)

Volte a ser criativa – Não devemos nos perder no corre-corre da vida, voltemos à nossa criatividade, faça um arranjo de flores e leve pra casa, pinte um quadro ou, como eu, escreva, o importante é criar! )

– Repare no seu corpo – O corpo da mulher tem muito mais curvas que o dos homens. Significa que temos mais graça, mais charme nos movimentos. Uma boa dieta alimentar e algum exercício é tarefa obrigatória pra sempre!

Experimente ser mulher por inteiro – Algumas mulheres buscaram a independência da cintura para baixo, outras da cintura para cima, ou seja, há mulheres que se libertaram pelo sexo e aquelas que se libertaram pelo intelecto – melhor os dois – porque acho que há que haver o equilíbrio entre os dois pontos: podemos ser femininas, amar e fazer sexo segundo nossas escolhas, pensar com a cabeça e deixar tudo bem equilibrado, afinal, o mundo é nosso!   ;)

Mais tarde irei assistir a algum filme aqui no Festival de Cinema que começou ontem. Participam cerca de 60 países divididos em 20 mostras espalhadas por mais de trinta salas. Abre a temporada com o filme ‘Tropa de Elite’ de José Padilha, um filme de polícia que vira caso de polícia por conta da pirataria.

Eu assisti e garanto que é imperdível. Como boa tupiniquim vou falar: nem parece brasileiro! Bom sinal. O BR está indo na direção certa na arte cinematogáfica. A direção é primorosa e atenta, ritmo perfeito e atuações mais que convincentes do elenco.  Vagner Moura chega a surpreender de tão perfeito em sua atuação como policial honesto no meio de um esquema indestrutível –  o da corrupção.

Perfeito. Reflexivo, com notas de violência e ação dignas de premiação.  Produção digna de aplausos.

Há várias novidades, mas a maravilha é que nunca houve tantas mulheres envolvidas em cinema – direção inclusive – como este ano no Fest Rio. São 370 filmes, entre independentes, documentários, longas, estrangeiros, nacionais.

Deverei falar mais das diretoras. Afinal este é um blog feminino sim. Mas jamais feminista.   P

Sua opinião me interessa ;)

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