O telefone…

1525r-79983.jpg Edson, apaga a luz!

Foi assim que de repente o telefone tocou Sufocando a voz em

Susurro,

A pele arrepia as veias alteram-se e o Pássaro acorda e canta

Pra mim…

Os passos silenciam o corredor da paixão e Deus existe

Pela primeira vez neste ano de sol ardente…

Ausculto o tal  meloso coração

O idiota que esperava Godot,

Ri um riso bobo de quem gozou!…

Os passos calam-se de novo o corredor

E neste momento minha vida se resume em morrer

De amor alí, na cama dos afortunados, das almas infantis

Que ainda brincam de amar econdido hehe!

E ninguém imagina como o som é silêncio

E como o encanto do mistério do corpo

Responde de pronto seu pedido de, ai!…

Não sei por que nasci assim, nem sei se como, se

 Eu como ou sou comida!

A fome é devastadora, dai-me o trigo!

E minha mãe sempre me disse… não que fosse pecado

Mas que fosse ao menos em recato, mas eu saí do recanto das

Mentiras e das bolinações envergonhadas meninas.

Hoje descanso o telefone e amanhã o Mar (ataízes)

Trará  minhas tão merecidas férias de amores

execrados em subsolos de ficção.

(Vou nadar no mar do pecado)

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