Grito!

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Sopra na minha cara a tua verdade traumática

Espirra o catarro da tua inconsciência

Em prosa, verso, porrada e rimas diabólicas

Queima teu órgão genital agora

E estereliza a porra toda que te deixou doente

Na promíscua materialização espiritual

Da tua covardia enquanto tua alma em hospital

Arde no fogo! Arde na chama do mal que era bom!

Vá, boneco, dança com tua marionete

Contorce como um palhaço no circo

Agoniando de desejo castrado pois teu medo

Te impede de ser homem de mulher de fato

Então que sejas mulher por fim!

Teus costumes e raízes satânicos de nada valem agora

Agora que és pura solidão no Olimpo

E que teu nariz escorre a tua gripe asiática

Oh! Miserável poder!..

Vá, pode ir! Grita teu deus vagabundo e rouco

A tua mentira sem nexo, o teu pé de bicho

Entre as folhagens da vegetação inumana

Onde o fogo arde e Lúcifer gargalha de tua estupidez, ah!, ah!

Mas os passos em terra santa afundam na lama

E os mendigos lambem teus pés que o cão rói

E como dói hein, saber que no fundo

O homem é um merda que não sabe o que fazer

Com as verdades que acreditou e agora

Enxerga por lentes desfocadas o filho da puta

Que sempre foi, enquanto arcanjos e céus incendiados

Te recolhem em berços de ouro fundidos com fogo e linhaça

E você se masturba pensando em teu deus

Que te enganou e te deixou sem o tal paliativo

E era tudo o que mais tinhas por aqui!

Mas agora é tarde demais porque o céu escurece

E tua prece é jogada aos touros de Barcelona

Teu sangue não escorre, anda!

Anda pelas esquinas solitárias do teu pesar

E você há de passar debaixo daquela fogueira

Onde no passado deixou queimar a santa

Que trepou contigo em inocência

 Mas tua traumática estória é finita

Porque um homem que governa e grita

É de fato um homem próspero e sagaz

Mas este que te faz em silêncio

É a prova mais perfeita de que  o inferno

Está aqui dentro do teu orgasmo

Este que te queima as pernas e o escroto

E enquanto isto a bailarina mija sobre você

Dançando para que a chuva de meteoros

Recaia sobre todas as almas perversas

Pervertidas!

Sobre todos os abricós de minha terra

Que era verde e agora é palha incendiada

Pelas minhas próprias mãos!

Estas que produzem fogo em direção aos céus!

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