Arquivo do mês: janeiro 2008

Boca suja

O que será de mim depois de Machado de Assis? O que seria de mim depois de fazer xixi atrás do poste e perceber que luz nenhuma aliviaria a alma de uma ex-freira que cantou hinos em nome do filho … Continuar lendo

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Passou

Dor nas entranhas estranhas todas medo do amor janela fechada cortina rasgada de frente pro mar. Dor joelhos tremendo uma boca azul chiclete azedo um beijo adeus que amor que nada tudo acaba de novo Dor na barriga no ventre … Continuar lendo

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Estava chovendo…

Era uma sensação aterradora e confortável ao mesmo tempo. As fileiras da chuva na janela a encantavam enquanto tomava um capuccino quente e doce, usando apenas uma camiseta branca Hering e uma calcinha verde com babados rendados. Cabelos molhados ainda … Continuar lendo

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Conspirações – Geraldo Carneiro

alguma coisa se desprende do meu corpo e voa não cabe na moldura do meu céu. sou náufrago no firmamento. o vento da poesia me conduz além de mim o sol me acende estrelas me suportam Odisseu nos subúrbios da … Continuar lendo

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Beijos

TUDO começou quando ela olhou-se no espelho e se viu apenas um espectro abandonado num fundo de quintal onde roseiras e arbustos espinhosos envolviam seu corpo de pele eriçada pelo também abandono. Os cabelos voavam com um vento leste que … Continuar lendo

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Maldição num fim de tarde

Eu acho que posso falar de sexo Eu creio que ninguém me ouvirá Eu certamente falarei de tabus Porque presumivelmente passei por tudo Eu sei que sexo oral é bom Sei também que beijar dá tesão Confio nos membros eretos … Continuar lendo

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Eu só queria morrer

Não pense que sou depressivo, louco, solitário, psicopata ou um problema social. Sinto desapontá-lo, parceiro. Mas se você quiser ouvir esta estória eu conto, embora ela tenha se tornado uma piada a mais em minha vida. Vida! É sobre minha … Continuar lendo

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Sou punk, mulher, louca ou híbrido ser passando pelo cometa cometendo erros?

A velocidade de meus passos me traiu quando atravessei as ruas que separavam as cidades e as encruzilhadas de esquinas sozinhas onde eu, de forma distraída e bêbada deixei rastros de sorrisos malditos, aflitos gritos de fúria a juntarem exércitos … Continuar lendo

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Para Gasparetto, o poeta insano

O que se faz quando um poeta sopra a vida Pelas narinas de um ser cansado e triste? O que poderia o andarilho desistente pensar Ao tropeçar esgotado em tão belas palavras… Eu guardo-as em meu alforje de caçador Eu … Continuar lendo

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Presente do prof Gasparetto

Madrigais Hispânicos de um Devorar Libertino Disseram que você vive pensando em mim, Assim como que flutuando, sem disfarces, o que importa?! Inventando-me como num euréka subliminar… Sou tuas incertezas, quando é assim, eu digo: Yo te recito (http://www.todas.com.br/garcialorca.htm) GARCIA … Continuar lendo

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