Quem mexeu no meu queijo?

Se é auto-ajuda? Acho que não.  

É uma estória do escritor Spencer Johnson que pode ser considerada no mínimo instigante.

Trata de um tema muito sério – mudança.

Achei interessante porque o autor se vale de parábolas para abordar uma questão que pode destruir uma vida, ou salvá-la.

Mudar, seja na vida, no trabalho, no meio social, enfim, mudar é sempre um desafio.

Os livros de Spencer Johnson já venderam mais de onze milhões de exemplares em vinte e seis línguas. É também co-autor de O gerente-minuto com Kenneth Blanchard , que assina o prefácio de Quem mexeu no meu queijo?

Pode parecer empresarial. E é, porém os autores mostram que administrar é atividade única, sejam nossas vidas, sejam empresas.

O queijo é a metáfora, significa a nossa busca de coisas na vida que nos façam crescer como gente. Que alimentam os desejos do espírito e da carne.

São dois ratinhos e dois homenzinhos que convivem em um labirinto. Suas vidas se resumem na eterna busca do queijo, e só o queijo os faz felizes.

Há relatos de muita gente que mudou só em ouvir esta estória.

Estou terminando de ler e adorando, até porque nos divertimos e na medida que nos envolvemos na vida dos quatro personagens, sentimos uma força interior que nos leva à reflexão de nossas próprias vidas.

Who Moved My Cheese?  é um livrinho de cem páginas com letras grandes. Como disse, é uma pequena estória, mas de um impacto fantástico para quem o lê. É na verdade, uma grandiosa estória.

Já abre com um pensamento muito profundo:

Os melhores planos

de ratos e homens

costumam dar errado. (Robert Burns)

Eu não aprecio muito os livros em PDF, mas para quem quiser dar uma lida, é só clicar aqui.

Quem mexeu no meu queijo? – Spencer Johnson – Ed. Record.

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7 comentários em “Quem mexeu no meu queijo?

  1. Esta é sem dúvida uma fábula que todos deveríamos nos espelhar e tirar lição. O movimento de mudanças, não só no âmbito profissional, mas, na vida de forma geral é inevitável, e precisamos estar atentos à estas mudanças pra não nos tornarmos um “peixe fora dágua”.
    Vale a pena a leitura.

  2. Ah, então te conto a estorinha qualquer hora dessas… ‘um elefante incomoda muita gente, dois elefantes..’ hehe, te adoro, cara 🙂

  3. Sem contar que as páginas do PDF devem ser A4, enquanto livros são algo em torno de 14×21…
    Não, não baixei o pdf, nem vou baixar…
    pode chamar de preconceito, ou talvez de sindrome da carne de vaca, mas é um dos livros que não vou ler…

  4. Para sua voracidade é rápido mesmo 🙂
    As folhas são grossas e as letras grandes. Senão seria um livresco. Deve ser regra da editora, sei lá, um mínimo de páginas. Mas tá tudo aí, em pdf.
    Depois me diz o q achou.
    Beijo.

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