Pássaro nu

Por que fui tirar a roupa

 Se estava frio e eu não o ignorava?

Talvez a explicação esteja

Nesta insistente vontade de ser feliz

Mesmo sabendo que tudo de que preciso

É  um banho quente

 E um chá em meio a pensamentos.

 

 E como penso eu, aflita ave noturna, ah!

Embriagada diva passional

A escrever românticos pesares

Plastificando meu complexo de abandono

 Na xerox dos dias iguais…

Que o doce som que o beijo faz…

 

Mas e Vênus, o que tem a ver

Com essa putaria?

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7 comentários em “Pássaro nu

  1. Elas estão muiiiiiiiiiiito longe de serem desvairadas. São apaixonadas. Cheias de sentimento. Música. Faltam ouvidos. Talvez, pero no mucho.Besos

  2. Eu nunca entendi esse versinho no final. Por isso levei semanas para publicar… agora sim. Você sempre (me) completa minhas desvairadas palavras.
    Beijo!

  3. Quando vemos uma esfinge não sentimos o terror que ela transmite. Quando sentimos um terror muito grande, sonhamos com uma esfinge. Ensinou-me um velhinho. É a Vênus entra (ops)nessa parte da poesia que é um sonho revelado. Que, por sinal, é linda, é música. Bjs.

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