Arquivo do mês: setembro 2008

Só por hoje

Pequena vitória Afastei-me Corri E respirei Longe do vício Da agonia Da dependência E da dor De não viver sem tal Prazer… Só por hoje Só por hoje Sinto-me livre Liberta do torpor Só por hoje Corri do amor Respirei … Continuar lendo

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Um conto no entardecer

Foi assim… Acordei cansada porque havia dormido demais. Lembro de ter, no dia anterior, dormido à tarde, assistindo a um filme, onde Audrey Hepburn e Henry Fonda ninaram minha solidão. Adormeci encantada com a possibilidade de alguém fazer cinema. Estava em … Continuar lendo

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A Casa dos ventos

‘Era uma casa muito engraçada/não tinha teto/não tinha nada. Ninguém podia entrar nela não/porque na casa não tinha chão…’ Todo fim de ano era aquela alegria: compras, vinhos, discussões gostosas em família. Tudo tão unido entre aqueles três. O pai … Continuar lendo

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Essa narradora…

Minha amiga Fátima Tardelli, num arroubo de salvar-me desta louca narradora, resolveu revelar quem realmente é ela. Lá, no Palavras sem sentido, está uma continuação desta estória erótica e safadinha (imperdível!) – ‘Raphael e o narrador do quinto andar.’ Valeu amigona!

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Raphael e o narrador do quinto andar

Certo. Eu serei o narrador. Como todos devem saber, ser o narrador é igual a sofrer, passo-a-passo, qualquer estória contada. Ou melhor, observada. Porém, antes, vou falar de mim. Minha personagem veio para contar um absurdo que ocorreu num certo quinto … Continuar lendo

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Esperando e a chuva…

Distante estão as pedras do mar, tanto quanto as pessoas que passam e não percebem aquele cão jogado na chuva, a saudade em seus olhos, uma tristeza tão parecida com a minha e a sua. Mas nós seguimos em frente, perseguindo … Continuar lendo

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Caminhando com Borges e Pessoas…

Praia do Recreio – RJ Andei pensando – raridade he-he – e vim me deparar com um facto bastante lindo e interessante. Eu jamais parei de caminhar. Nunca consegui ficar… e jamais direi que parei. E sinto que gosto de … Continuar lendo

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Semeadura

É como sentar sobre a pedra do esquecimento, pousar a cabeça nas mãos, e dormir no tempo. As folhas caem, e caem mesmo misérrimas no campo das margaridas. Qualquer identidade desfaz a real vontade de ser mais que um ser. … Continuar lendo

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