Arquivo do mês: abril 2009

Quando o vento soprar

Coisas simples Como um relógio cansado Que atrasa a hora da colheita Simples como um sol negro A despedida vem com a chuva E memórias entrecortadas Naquela colcha de retalhos Estampada de rosas tristes Ressequida de suor Ressentida na esquina … Continuar lendo

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Dor

Desejos são fragmentos de um mesmo querer, assim, sem muitas frescuras, não há como não desejar. Desejam o homem alheio, o país alheio, a mulher daquele, um sorvete, um carro novo. Desejos são bucólicos, certeiros, errados, inofensivos, e muitas vezes … Continuar lendo

Publicado em Belas | Marcado com | 5 Comentários

Necessidades

Naquele dia, acordara diferente. Senti que meus cabelos estavam mais compridos. Sentia-me mais esguia e mais suave, Até no andar; isso eu notei ao caminhar para o banheiro, pois sempre o fiz em correria, já que tenho mania de ‘prender’ … Continuar lendo

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Servir

Inspirada no post do amigo Jhônatas, resolvo fazer umas considerações a respeito da nossa convivência. Com tantas filosofias e tantos pensamentos pela rede, vejo, através de blogs dos mais variados segmentos, que ainda nos encontramos desencontrados. A impressão que tenho … Continuar lendo

Publicado em Luz e escuridão | 7 Comentários

1…

Reconheço o ser humano pela capacidade de beijar. Por isso, não deixe de beijar. É humano. Imprescindível.

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Confissão

Confissão é uma palavra, digamos, pesada. No mínimo forte, indutora. Eu preciso confessar. Sim, a consciência pesa depois de uma traição. Há algum tempo eu me afastei da blogosfera e até escrevi um post meio despedida. Queria dar um tempo … Continuar lendo

Publicado em Crônicas | Marcado com | 4 Comentários

Domingo

Domingo é um bom dia. Distração. E até, muitas vezes, um dia de pura comunhão com nada. Ou não. Quem seria eu para profetizar este dia bom. Domingo é antigo, Raul se entediava por ter que dar pipocas aos macacos. … Continuar lendo

Publicado em Miscelânea | Marcado com | 11 Comentários

Asas que ferem

Dorme o pássaro, escondido nas asas da mãe; Acordam a ira e o prazer da vingança Esperando o fim das coisas Que não acabam, e perduram no pássaro duro pela manhã. Serão insetos ao anoitecer que Entre aranhas nas paredes … Continuar lendo

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