Arquivo do mês: agosto 2012

As Coisas Transitórias – Tagore

Irmão,nada é eterno, nada sobrevive. Recorda isto, e alegra-te. A nossa vida não é só a carga dos anos. A nossa vereda não é só o caminho interminável. Nenhum poeta tem o dever de cantar a antiga canção. A flor … Continuar lendo

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Se Fosse Possível

Quantas opções de vida e morte trago em mim não saberia dizer. Arde-me ânsia quase etérea de mudar todas as coisas. Data de nascimento, origem das galáxias, a cor dos planetas e até Deus eu posso mudar. Tudo enjoa, e … Continuar lendo

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A Garota do Jack

Ela nasceu, cresceu e morreu da mesma forma. Sorria e chorava nos tempos certos, comedidamente. Tristemente. Nada pediu da vida, nem mesmo irmãos teve para brincar. Era só, escondida no final do corredor, no quartinho úmido onde raramente alguém entrava. … Continuar lendo

Publicado em Belas, Literatura, mini-contos | 2 Comentários

Deus! Acabou o Pesadelo!

Ideias Medievais Na boa, e sinceramente, muito me custou acompanhar a rodada do bloguito literário Duelo de Escritores, tarefa realmente estafante, inglória e entediante, haja vista que minhas previsões se cumpriram. Nenhum texto brilhante, nada de novo. E muita falta … Continuar lendo

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Castelo de Cartas – Luiz Guilherme Volpato

Castelo de cartas De tanto empilharmos sonhos tentamos alcançar o céu Construimos algo grande Baseado no que não somos Nosso construto foi invejado por todos ao redor algo que erigimos, com sonhos e suor Superando as nuvens, almejando o céu … Continuar lendo

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A Puta de Cada Dia – O Desbunde

Uma Thurman Seria a puta daquele que a fizesse uma. Não era mulher cotidiana, esporrava entre pernas dores de uma barbárie. Não sabia o significado da palavra “felicidade” e abortava filhos não desejados, quase corrompidos. Ainda sangrava e como sangrava. … Continuar lendo

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Ei Defunto – O Desbunde

Remexia-se na cama como defunto na cova. Ei, defunto o tempo seduz ponteiros de madeira fria meras redundâncias contemporâneas… Ei, defunto Neruda se confunde com tempos verbais lombadas de livros deixam ásperas as mãos de Borges. Ei, defunto vem, com … Continuar lendo

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Esquivas Amorosas – Luiz Guilherme Volpato

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A Troca Justa

Aprendi que a Paz é mais saborosa que a guerra; entretanto, também cursei a escola da dignidade, onde entendi que “quando um não quer dois não brigam”, mas também sou a favor de duas mãos cumprimentando-se, fazendo a honrosa paz. … Continuar lendo

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Chamados Noturnos – Braulio Tavares

Bateram à tua porta você abriu e recuou: era um homem com os olhos esmagados. Chamaram à tua janela, você atendeu: era um homem com o corpo cheio de aranhas. Entraram no teu quarto você acendeu a luz: era um … Continuar lendo

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