METÁSTASE MORAL

METÁSTASE

O comportamento humano é viral. “Coisas” vão passando de geração em geração. Muitas vezes são boas, são benéficas à humanidade. Entretanto, as notícias são humilhantes para nós mesmos.

O homem, hoje, vive uma fase derradeira de amoralidade, falta de castidade espiritual, ausência total de qualquer sentimento que chegue, ao menos, próximo de amor.

Estamos voando na base aérea dos anjos negros, negros não de pele, negros não como a pelagem de um gato. São como trevas, não fictícias, e sim tão amargos e ásperos que, possivelmente, as próximas geraçãoes não terão conhecimento do que fora a humanidade.

Estamos criando em estufas etéreas e biológicas, pequenos monstros de egoísmo e fanatismo pelo Mal. Tais criaturas crescerão como fermento em massa humana, estarão a esfolar os semelhantes e, canibais, degustarão do fel do eterno fracasso que estamos produzindo, passo a passo.

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DA ETIMOLOGIA DA INVEJA – O PRECONCEITO

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O preconceito é apenas a negação do que não se tem conhecimento. Etimologicamente, a palavra “inveja” tem sua origem do latim INVIDIA, inicialmente “olhar torto, lançar mau-olhado sobre”, e IN, “em”, mais VEDERE, “olhar”. Ou seja, olhar de má vontade certas coisas, pode significar que, lá no fundo, somos invejosos.

Fiz uma lista de 10 exemplos de inveja que acarreta o preconceito.

1 – Gays. Verdade – São pessoas alegres, que carregam humor refinado. Preconceito – São vistos como enfermos e prejudiciais à sociedade.

2 – Espinho das plantas – principalmente as rosas. Verdade – Eles são apenas protetores naturais. Preconceito – Chamar coisas ruins de ‘espinhos’.

3 – Cachorros. Verdade – São animais domesticados há séculos, são fiéis até a morte. Preconceito – Achar que xingar alguém de cachorro o está diminuindo.

4 – Abacaxi. Verdade – Deliciosa fruta e muito perfumada. A palavra vem de iwa’kati (fruta com cheiro forte). Preconceito – “Descascar um abacaxi”, referindo-se a resolver grave problema.

5 – Pacto. Verdade – Do latim pactum, de pacisci, “fazer um trato, um acordo”. Preconceito – “Fez pacto com o diabo!” Como se não existisse fazer pacto com Deus, com homens, com irmãos, com sócios.

6 – Macabro. Verdade – Vem do francês danse macabrée (dança com a morte), mas, na verdade, originou-se do sofrimento dos Macabeus. Preconceito – “Filme macabro”, onde o protagonista não sofre, mas faz sofrer.

7 – Rancor. Verdade – Do latim auspicum (observador de aves). Preconceito – “Que gente rancorosa!” – Que é a predileção pelo significado (também de origem latina) amargura, má vontade.

8 – Racismo. Verdade – Originou-se este termo em 1936, em referência ao Nazismo. Preconceito – Generalizar o termo, sem saber que, indiretamente, está sendo “nazista”.

9 – Dadaísmo. Verdade – Do grego geórgio “agricultor”, “terra”. Preconceito – “Este poema é lixo, puro dadaísmo!”, significando um estilo literário contra a burguesia, e dizem que, como não faz sentido, Dadaísmo vem de falas desconexas dos bebês (gugu-‘dada’).

10 – Tabu. Verdade – Do latim tener, significa “macio”, “suave”. Preconceito – Usamos o termo baseado no idioma Fiji que significa “coisa proibida”, “não permitida”.

Fonte – http://origemdapalavra.com.br/site/

Culpabilidade – Isabel Gouveia

O que é o perdão?

Vivi na esperança
de o ter entre os dedos.
Quem diz que o alcança
só vive de enredos…

Fiz mal? Mas a quem?
Que venham contar-me
as mágoas geradas
por meu vil desdém
e as feridas mostrar-me
na carne rasgadas.

Fiz mal? Mas a quem?
Fui pedra lançada
no vosso caminho?
Barrei-vos a estrada
com traves de pinho?

Só sei que

há vozes gritando
a culpa que sinto
pesar-me na alma,
há ecos cavando
a dor que pressinto
em noites de calma…

Só sei que
suspensos enredos
da minha agonia,
urdida ao serão
em grande segredo,
tornaram vazia
a minha intuição.

Fiz mal? Sim ou não?
Onde e quando?
Dizei-mo, dizei-mo!

Eu sou como a rocha
virada prò norte,
que acolhe a rajada
em concha bem forte
e a atira prò nada…

Fiz mal? Sim ou não?
Até os duendes,
escondidos e aduncos,
me negam razão.

O que é que vós tendes?
Tremeis como os juncos
nas bordas do rio.
Escondeis-vos de mim,
do meu poderio?

Do meu poderio!
Ah! Ah! Ah!
Tesouros saídos
de cofre guardado
em cave nojenta,
demónios roídos
de querer aturado
em bolsa sangrenta?

Fiz mal? Mas a quem?
Àqueles que ainda
não viram a luz
das coisas imundas?
De ideias fecundas
fiz braços em cruz?

A treva gerada
em dúvida vã
que cobre a minha alma
andou apressada;
a todos levou
a ânsia e a calma
em Deus embarcou?

Fiz mal? Como e onde?
E quando? E quando?

Isabel Gouveia

Isabel Gouveia, in “Os Sete Dias Passados”

Deus! Acabou o Pesadelo!


Ideias Medievais

Na boa, e sinceramente, muito me custou acompanhar a rodada do bloguito literário Duelo de Escritores, tarefa realmente estafante, inglória e entediante, haja vista que minhas previsões se cumpriram. Nenhum texto brilhante, nada de novo. E muita falta de imaginação, culminando com o sofrível “mini-conto” do “moderador” Jefferson Luiz Maleski. Ao menos ele tentou justificar sua deficiência:

eu tinha outro texto em mente, mas como estou em viagem ñ consegui separar o tempo necessário p trabalhar nele. assim, fica oq consegui produzir, hehhe. espero q tenha ficado legalz.

Entretanto, como o escritor é mesmo criativo, eis que conseguiu produzir atmosfera de terror, de pesadelo, já que no referido conto intitulado Quando eu crescer quero ser igual ao meu pai, o autor narra o sufoco de alguém menos favorecido que trabalha para comer, alguém pobre e escravizado pelo Sistema, sem o menor respeito pelo personagem, ou pela sinopse de sua vida. E não sei se a ideia chega a ser um pesadelo, uma vez que o país já se acostumou com esse Status quo. Enfim. Cumprida minha missão, e como fui cobrada para ir até o fim, aí está a crítica do último texto da rodada.

Como amante da arte, espero que os duelistas, visivelmente fatigados, tenham mais capricho nas próximas propostas, para que eu, também cansada deste famigerado duelo, possa seguir em frente. Por favor, não me provoquem mais com textos tão desprovidos de alma.

Que Elaine Rocha, Natália Oliveira, Vogan Carruna, e Jefferson Maleski, tenham mais amor à arte, à literatura. E que não envergonhem a classe de escritores da internet em troca de comentários em seus textos. Às vezes o silêncio faz crescer o artista. Feedbacks muito desejados conotam insegurança e falta de amor à arte que não pode ser tão egoísta.

Contudo, não baixem a guarda. Se aparecerem motivos na próxima rodada, estarei aqui, de olho, não em vocês, mas na arte de escrever literatura genuína, aquela que nasce de uma ideia apaixonada, e não com a imposição de um tema proposto.

Boa sorte a todos os duelistas!

Inté!

A Troca Justa

Aprendi que a Paz é mais saborosa que a guerra; entretanto, também cursei a escola da dignidade, onde entendi que “quando um não quer dois não brigam”, mas também sou a favor de duas mãos cumprimentando-se, fazendo a honrosa paz. Contudo, se falta uma das mãos, não vejo motivo para ficar sozinha com minha mão estendida. Cansa, e dá cãibra, na alma e no espírito.

Poema do Advogado

 

Poema ao advogado

(Aónio Eliphis, Filadélfia, Dezembro de 69)

Onde estavas meu cabrão
quando Lhe decretaram
a crucificação?

Onde estavas filho da puta
quando Lhe recriminaram a conduta?

Onde estavas meu cabrão
quando nem Madalena
Lhe esticou a mão?

Onde estavas Cristão-Novo
quando a sentença
Lhe decretou o povo?

Onde estavas advogado
quando Ele foi açoitado?

Ei-lo disse Pilatos
e após os maus-tratos
após ser chicoteado
após o Filho ser vexado
depois de denunciado
E aos Seus nobres atos
Tu advogado
Ficaste calado
e perante os factos
consideraste-O
culpado!

Onde estavas meu cabrão
quando Lhe decretaram
a crucificação?

Tu que enriqueceste
a defender o violador
o pederasta e o corruptor

Tu que te imiscuas
com mulheres nuas
na política e na finança
que defendes o violador
o pedófilo e o doutor
tu que vives na fartança
do dinheiro amealhado
ao incauto desgraçado
que dás a retardança
ao processo do corruptor
e delineias a esquivança
jurídica do prevaricador

Onde estavas meu cabrão
quando ninguém
Lhe esticou a mão?

Enriqueces com o incauto
e defendes o pederasta.
Adulteras o auto
defendes o traficante
e o déspota dinasta.
Já ao plebeu errante
aplica-se a Lei nefasta

Não te vi naquele dia
em que Pilatos decretou
em que o povo gritou
Não te vi, no monte das Oliveiras
nem quando o soldado O açoitou
mas vejo-te nas ombreiras
dos palácios e dos castelos
nas mansões dos corruptores
com Lúcifer crias os elos
nas mansões dos pecadores

Não te vi naquele dia
em que o Filho sofria
mas vejo-te na TV
a defenderes quem não crê

Defendes o rico
o poderoso e o estuprador
e perplexo fico
quando ilibas o corruptor

Nefasta clientela
que com luxo, te alimenta
Libertas da cela,
quem do povo
corruptamente
se sustenta

Onde estavas meu cabrão
quando o cravo Lhe cravou a mão?
Onde estavas ralé
quando o cravo Lhe cravou o pé?
Devias estar no cadafalso
quando O chamaram de falso

Não te vi naquele dia
em que o Filho sofria
Não te vi advogado
quando Ele foi açoitado
de Lúcifer és o neto
e desapareceste
quando Pilatos
Lhe proferiu o decreto

És um génio em expedientes dilatórios
para o corrupto e o poderoso
e perante os factos acusatórios
usas de um ardil asqueroso

Já ao pobre e ao miserável
que se fodam pensas Tu
que apodreças numa cela
nauseabundo e nu!

Onde estavas naquele dia
em que o Filho sofria?

Artigo pertencente ao Blog Vera Veritas

Paz


Paz é poder dormir sem dor. Mas como evitar a dor? Fazendo amigos e sendo amigo também. Por isso desejo a todos os amigos e leitores muita paz no coração. Coração aqui conota nossos pensamentos, o que sentimos está guardado em nossos pensamentos. O coração propriamente dito é apenas um músculo. Sendo assim, melhor guardarmos nossos pensamentos. Guardá-los de más energias. Paz a todos que visitam este humilde blog. Em breve estarei de volta, com textos, crônicas, contos e tudo mais que povoar meus pensamentos. Paz!

Temporada de Exposição de Contos e Poesias Justicinha

    LOGO EU?

    Logo eu, que não estudei Direito, não fui feito à imagem e semelhança de Deus? Logo eu, que nem sei por que nasci? Eu, que não posso me posicionar como de esquerda ou de direita?

    Eu, que não leio Machado de Assis? Eu, que não falo?! Eu, que todos notaram desde o princípio que era ‘inferior’?

    Não sou eu o irracional?

    Ou as coisas estão mudando tanto, que precisaremos arranjar uma forma de pensar melhor que vós? Por favor, sejais mais inteligentes! Ao menos algo podemos ensinar: amar e ser fiel!

    Eu estou errado, eu que jamais li Shakespeare, Darwin, Marx, Freud, Jesus?…

    Quando tivemos voz para peitá-los? Quando fomos socorridos na hora do perrengue? Quem não se lembra da gente largado em primeiro plano nas enchentes de Friburgo? E tantas outras ocasiões em que sempre ficamos para trás?

    Talvez possas estar vos perguntando por que logo eu, um filhote dos mais frágeis, estou representando os animais irracionais? Aliás, se pudéssemos falar, saberíeis o quanto não somos tão irracionais assim…

    Quando um fêmur nosso é quebrado, urramos de dor, e todas as vezes em que somos abandonados, choramos, do nosso jeito, lá num canto escuro, onde tudo que temos é a visão, em sonhos, do nosso ex-dono.

    Hoje em dia está na moda nos acusar de violentos. O pitbull, por exemplo, é mais humilhado que os negros escravos, mais que os galos de rinha. Mas a culpa é sempre nossa. Nós, os animais irracionais.

    Sabe por que há países que comem a nós cachorros e gatos e macacos? Porque vós mesmos deram a direção: Onde há loucura, há erros. Mas eu pergunto: Poderíamos nós freiarmos vossa loucura? De que forma, estancaríamos o sangue inocente dos rinocerontes, dos elefantes? Se até os leões se encontram debatendo-se em extinção?

    Digamos que fôssemos criados para tortura e bem estar dos homens… Se assim fosse, não estaria o mundo em plena compaixão por nós. Fácil para nós entendermos o erro: Falta de amor!

    Não quero defender os nossos, mas, quem sabe, defender a vós que, certamente responderão, um dia, por vossa crueldade.

    Todos nós nos comunicamos, e sentimos a dor dos amigos nos laboratórios, para que vós tenhais cosméticos de primeira linha, desprezando a nossa linhagem e a nossa importância no planeta.

    Não criamos religião. Não alcançamos sórdidas desculpas para os erros. Jamais erramos. Certamente, um cientistazinho qualquer de vós o provaria.

    Nosso objetivo seria acalentar-vos e distrair-vos, divertí-los.

    Porém, que povo sórdido sois. Um dia, e eu espero-o apaixonadamente, tudo será explicado!

    Neste dia, que vós chamais de Julgamento Final, para nós é apenas um dia de descanso. Descanso de pauladas, ferimentos, xingamentos, e toda sorte de crueldade que vós cometeis na terra.

    Se viemos do nada, vós também. Mas se viemos de um criador, vós também.
    A diferença, é que na hora das explicações, nós apenas abanaremos as caudas ou faremos ruídos próprios dos animais irracionas.

    Já vós, gemerão.

    E nem mesmo nós, os irracionais, entenderemos vossas lamentações.

    FIM

    Justicinha é um personagem que nasce pela necessidade de gritar, em defesa dos animais que estão sendo extintos pelo ódio do ser humano.
    Nota – E, como todo personagem, ele precisa de voz. Justicinha é de todo aquele escritor que queira falar por ele. Mas não se engane, ele existe!

O Bem é Nosso

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Buscar a vida é tarefa das mais difíceis, sem dúvida. Não é privilégio de muitos. Em geral nós estamos envolvidos com nossas preocupações; das mais variadas vertentes. De ordem financeira, conflitos banais, familiar, no trabalho.

 

Fala-se em A Nova Ordem Mundial. Retiro meu olhar religioso, para apenas constatar fatos que levarão ao cumprimento das profecias apocalipticas. Por exemplo, o mundo começa a mergulhar em uma crise econômica inimaginável

 

As crianças são perseguidas, seja pela miséria – antes na África, hoje no mundo; seja pela alarmante e crescente pedofilia. Padres são acometidos (assumidos mais ou menos de um século para cá), de estranhas possessões de erotismo e pederastia. E muitos e vários sinais de uma grande virada comportamental no planeta terra.

 

Como disse, não é sobre religião. Aliás a religião somente serve para atrapalhar a linha de pensamento do homem. Dogmas, ‘leis’, paradigmas, doutrinas e mais doutrinas afastam o homem de sua essência. A questão é:

 

O que você pretende fazer de bom e positivo em dois mil e doze? Nada de listinhas tipo: ‘vou emagrecer’, ‘terminar a faculdade’, ‘mudar de emprego’, ‘trocar o carro’…

 

Em virtude de o mundo estar mudando – de ponta cabeça vide Grécia, vide Europa, é preciso que façamos profunda reflexão de nosso real papel neste espetáculo que é VIVER.

Precisamos nos voltar mais para o lado interior, espiritual. Entendamos por ‘espiritual’, aquela parte de nós que pensa e que sente. Nossa consciência. Nossa alma.

 

Primeiro passo, eu diria, seria realmente desarraigarmo-nos  dos maus sentimentos que trazem maus fluidos, tais como: angústia; ressentimento; raiva; trsiteza; vingança; inveja. Todos somos suscetíveis a tais sentimentos. Não o neguemos. O desafio é fugir deles. Apartando-nos definitivamente do nosso lado cruel.

 

Independente de religião. O Mal está na terra. Os reflexos são, como disse, pedofilia, maus tratos aos animasi, crimes, miséria, devassidão sexual.

 

Deus, ou como queiram chamar a Natureza, certamente não curti religião. Ela é, sem dúvida, um buraco negro perigoso, de onde talvez não se possa sair. E prisão é algo maligno. Precisamos ser livres. E, desta forma, encontrarmos a salvação do nosso próprio ser.

 

Quero estar aqui ano que vem desejando feliz dois mil e treze, com a certeza de que fiz, que fizemos coisas boas em dois mil e doze. Paz a todos os amigos e não amigos, e leitores, e não leitores. Paz a todos os homens da terra!

Dez coisas que mulher elegante não pode praticar

Ok,

Reconheço que ando pegando pesado. Papo cabeça para quê?, se eu sou uma desmiolada? O negócio é curtir a vida e rir. Pensando assim, eu configurei nos meus arquivos de mulher, uma lista sem-vergonha dos micos praticados por nóis, mulherada sem noção. Mas é sério, não façam isso em casa!

1 – Nunca peça uma bebida num bar, se tiver acompanhada. (Deixe o homem fazê-lo, senão ele será o mais novo eleito corno do pedaço. Mulher que pede bebida, pede também atenção).

2 – Jamais fale alto naquele bar. (Os outros homens pensarão que você quer chamar a atenção para o babaca que está ao seu lado).

3 – Palavrão nem pensar! (A menos que você seja intelectual, mas mesmo assim, escreva-os, ao invéz de proferi-los).

4 – Não fale mal do marido (Porque na hora do bem-bão, é ele quem faz as coisas na cama).

5 – Não vá ao salão de beleza sem grana. (A elegância é mostrar que tem dinheiro para gastar em unhas, cabelos, mesmo sabendo que é uma fortuna, podendo fazer em casa).

6 – Fingir que alcançou orgasmo. Isso é coisa do passado. Fale a verdade e diga o que está faltando. Problema dele.

7 – Salto de sapato gasto. Ninguém merece. Melhor andar descalça. Excêntrico, mas tolerável.

8 – Ir à igreja e dizer que virou evangélica, porque sua atriz preferida manda esse merchan. (Melhor só do que mal acompanhada. Elas não são felizes.)

9 – Usar aparelho nos dentes. Ou pensa que é menina, ou perdeu a noção de vez! Até para moda existe limite.

10- Ler Paulo Coelho. (Nem pensar. Melhor Sabrina.)

10 e um – Fumar cigarro. Não, vício é deselegante com certeza!
(você já é fraca por ser mulher, melhor não ter vícios).

10 e dois – Naquele bar que você bebeu e fumou, falou mal do marido, gritou, xingou, e sei lá mais o quê, ao menos não diga que vai ter seu blog. Se fizer isto, estaremos aqui para corrigir teus erros! 😛

Mulher elegante é aquela que erra, mas aprende!