Os livros mais caros do mundo! (milhões)

 

Esta é uma lista de livros e manuscritos vendidos por preços cujos valores são, até agora, os mais altos do mundo:

Preço de venda (em milhões) Título Autor(es) Ano Data da venda Imagem Fontes
$30,8 Codex LeicesterCópia original e única do livro de anotações de Leonardo Leonardo da Vinci Década de 1500 1994 Vinci - Hammer 2A.jpg [2]
$11,7 Evangelhos de Henrique, o LeãoCópia original e única Ordem Beneditina 1175 1983 Evangeliar heinrich des loewen.jpg [3]
$10,3 As Aves da AméricaUma das 119 cópias completas que se confirma a existência John James Audubon 1827–1838 2010 Audubon-page-turning 240.jpg [4]
$7,0 Os Contos de Canterbury Geoffrey Chaucer 1478 1998 [5]
$5,6 First Folio William Shakespeare 1623 2001 Title page William Shakespeare's First Folio 1623.jpg [6]
$5,0 Les Liliacées Pierre-Joseph Redouté 1802 1985
$4,9 Bíblia de Gutenberg 1450–1455 1987 Gutenberg bible Old Testament Epistle of St Jerome.jpg [5]
$3,5 Geographia Cosmographia Ptolomeu 1462 2006 Servet Ptolomei geographicae enarrationis.jpg
$2,4 Doria Atlas 1600s 2005
$2,3 O Livro de Urizen William Blake 1795 1999
$2,2 Biblia pauperum 1460–1470 1987 BibliaPauperum.jpg
$2,2 Declaração da Independência dos Estados UnidosDocumento original com assinatura 1776 1991 Us declaration independence.jpg
$1,9 De revolutionibus orbium coelestium Nicolau Copérnico 1543 1998 Nicolai Copernici torinensis De revolutionibus orbium coelestium.djvu
$1,8 Complete Folio of Birds John Gould 1800s 1998
$1,5 Don Quixote Miguel de Cervantes 1605–1615 1989 Cervantes Don Quixote 1605.gif
$1,5 De humani corporis fabrica Andreas Vesalius 1543 1998 Vesalius Fabrica fronticepiece.jpg
$1,4 Alice no País das Maravilhas Lewis Carroll 1865 1998 AlicesAdventuresInWonderlandTitlePage.jpg
$1,3 O Federalista Alexander Hamilton, John Jay, James Madison 1788 1990 Federalist.jpg

Fonte: Wikipédia

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Pesadelos ou Sonhos, Doctors?

                         Pesadelos no blog Duelo de Escritores

O sonho é uma experiência que possui significados distintos se for ampliado um debate que envolva religião, ciência e cultura. Para a ciência, é uma experiência de imaginação do inconsciente durante nosso período de sono. Os sonhos noturnos são gerados, na busca pela realização de um desejo reprimido.

Não sei se feliz ou infelizmente, mas o fato é que o ganhador da rodada lá, no Duelo de Escritores, Vogan Carruna, aquele do texto Ironia, sugeriu – depois de passar pelo crivo dos “moderadores” – o tema pesadelo para os próximos exercícios forçados de escrever literatura.

Já imaginando as criações que virão por aí, vou adiantando aos leitores (obrigada pela ‘audiência’ que só aumenta) alguns aspectos que farão os duelistas tropeçarem em seus textos, e espero que eles não colem esta matéria, contudo, em se tratando daquele jogo repleto de contra-sensos, tudo é possível.

Para Freud o sonho é a realização de um desejo. O sonho, cientificamente analisando, é, para Freud, uma vertente em duas etapas, ou dois sentidos: sentido manifesto, a fachada, uma espécie de despiste do superego, um sensor para impedir que adentremos no sentido latente, que é o significado do sonho.

Neste sentido, todas as vezes em que sonhamos, além da absurda narrativa, que é como concebemos tais sonhos, há o significado, que é o verdadeiro desejo da pessoa. Por exemplo, você pode desejar algo muito grave ou proibido, até mesmo sexualmente. Então este desejo reprimido faz com que os seus sonhos tenham uma fachada de disfarce para que nem mesmo você saiba que o que desejas é algo tão latente dentro de você.

Parece confuso. E é, realmente, entretanto, Carl Jung, baseado em experiências suas e de seus pacientes, foi um pouco mais fundo, descobrindo que o sonho, além de revelar desejos ocultos, serve também ao equilíbrio psíquico, por meio da compreensão.

Ao contrário de Freud, para Jung as situações absurdas dos sonhos não seriam uma fachada, mas a forma própria do inconsciente de se expressar. Para o mestre suiço, há os sonhos comuns e os arquetípicos, revestidos de grande poder revelador para quem sonha. A interpretação de sonhos é uma ferramenta crucial para a psicologia analítica, desenvolvida por Jung.

Baseados em Sigmund Freud e Carl Jung, estaremos aqui, eu e um convidado, especialista em literatura e estudioso de Jung e a psicanálise, analisando os textos do Duelo de Escritores. Investiremos “pesado” nos comentários porque, como disse, o ganhador talvez não tenha percebido que muito nos ajudou com tal tema, estimulando-nos a falar de assunto tão excitante. A verdade é que não existem pesadelos, apenas sonhos. Neste caso, todos os textos serão pensados a partir desta realidade.Todos os autores conectam-se diretamente a seus textos porque, seja lá o que escreverem, estarão refletindo seu próprio ego, fato este que trará grandes revelações.

Inté!

Colaboração – Wikipédia

Do Engodo Filosófico Ao Sofisma Virtual

Platão

É impressionante a quantidade de homens que se dizem filósofos na rede virtual. Homens que não conhecemos pessoalmente; não convivemos, e não observamos seus hábitos, o que não nos impede o deciframento de sua personalidade, sem muita dificuldade.

A Filosofia, segundo Platão, trata de generosidade acima de tudo. O homem que, de fato, consegue enxergar um novo mundo, certamente, e vide o Mito da Caverna, necessariamente volta ao lugar primitivo da ignorância e “salva” aos demais.

Então, me pergunto como um ser humano de caráter duvidoso, desonesto em suas ações, parcial e radical poderia se considerar um filósofo, se nas entrelinhas de sua obscura alma, ele vitupera os direitos das pessoas, conspira massacrar sua psiquê, alienando essas pessoas segundo seus pessoais propósitos. E, acima de tudo, vulnerável, deixa claro que alguns arquétipos jungianos o direcionam peremptoriamente.

Arquétipos estes que os denunciam, tais como a persona, que é a máscara que usam para mostrarem-se às pessoas como desejam ser vistos (hipocrisia). Anima e animus, arquétipos que mostram o lado feminino no homem e vice-versa, por isso, não raro estes homens dão “chiliques” diante de situações extremas.

Contudo, considero o arquétipo sombra – o self, o mais visível e risível nestes homens, que é a parte animalesca da personalidade que conota desejos imorais, violentos e inaceitáveis. Estes homens geralmente não conseguem omitir o self. Têm ataques de fúria constantemente.

Dormem e acordam com a consciência “limpa” porque faz parte de sua personalidade não sentir culpa; retrato de psicopatia, uma vez que não lhes resta boa consciência para medir seus atos. Jamais sentem empatia, que é o dom de se colocar no lugar do outro, todavia, almejam toda a atenção para si.

Muitos desses ignóbeis seres estudam Direito, o que geralmente justifica o gosto pela Filosofia, mas não a tendência para filosofar, não a capacidade de pensar a vida. São, em sua maioria, dignos de compaixão pelos verdadeiros filósofos que o analisam, desde Platão.

Citei Platão e passei por Jung, porém não quero me estender. Apenas deixar um alerta sobre esta estranha “dobradinha” filósofo/advogado.

Neste caso de evidente engodo, pura falácia existencial, o conselho é que nunca se confie em um jurista que se diz filósofo, sem antes verificar  se há generosidade neste ser. Desta forma, qualquer leigo poderá perceber a fraude em tal homem.

Platão disse que “você pode descobrir mais a respeito de uma pessoa numa hora de jogo do que num ano de conversação”. Experimente jogar, seja o jogo que for, com este tipo de homem e você descobrirá coisas que o espantarão, a princípio, mas que fará com que você mesmo cresça sobre a desgraça do fraudulento jogador.

Geralmente, estes atores da filosofia, deixam marcas e rastros que podemos, facilmente, identificar. Por exemplo, disse Platão ainda que “a coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento”. Em geral, esses filósofos leem muito, devoram livros, e passam uma imagem de muito conhecimento, grande sapiência, contudo, como pensou e descobriu Platão, são enganadores, no momento em que não sabem fazer uso de tais conhecimentos. Antes, agem como quaisquer estúpidos ou néscios.

Este artigo é uma reflexão a respeito do que passei, recentemente, no blog Duelo de Escritores quando, sem percebê-lo, fui sendo levada por uma corrente maligna que visou deixar-me em profundas águas amargas. Todavia, tornar-se-á toda maldição em bênção, pois que voltei a fazer o que mais gosto: pensar o ser humano. Independente de quem ou o que seja, eu termino por amar o que eles me fazem passar, pois cresço e sinto-me melhor, afinal, Platão, mais uma vez, concorda com meus sentimentos ao dizer que “quem comete uma injustiça é sempre mais infeliz que o injustiçado.”

Sendo assim, espero que este depoimento reflexivo o ajude a entender melhor as falácias do homem/advogado/filósofo. Eles estão em toda parte, principalmente nesta era de pós-modernidade. Buscam, ora a luz, ora a escuridão. Nada seria condenável se tal homem incluísse algumas almas em sua luz.

Observe as características supracitadas e te sairás ileso das armadilhas destes seres humanos. Os modernos sofistas da rede virtual.

Literatura News – “A Opinião Dos Outros” Por Laura Bacellar

Por que o fluxo de entra-e-sai no Duelo de Escritores

Andei pensando em como pode não ser saudável criarmos sob pressão. Imaginem termos que escrever, segundo um tema proposto, ou dentro de determinado prazo, ou até mesmo não escrevermos porque, por algum motivo, não pudemos cumprir as “regras”. Pensando nisso, obtive algumas opiniões. Vejam que este formato do blog Duelo de Escritores, além de ser contrário à livre natureza criadora, pode levar as pessoas ao estresse. A renomada e experiente editora de livros Laura Bacellar expressa sua opinião. É muito interessante! Encontrei este artigo, pesquisando a respeito, pois intrigava-me o “entra- e- sai” de escritores neste blog, o  Duelo de Escritores, onde o próprio título seduz ao comprometimento da disputa, o que pode não ser nem um pouco saudável também.

A opinião dos outros, por Laura Bacellar

Muitos, muitos jovens pedem que eu leia seus blogs, capítulos, poemas e diga se escrevem bem e se devem continuar. Querem minha opinião como editora experiente sobre seu futuro como escritores.
Eu nunca respondo porque fico aborrecida com essa entrega de autoridade. Quem aceita que outra pessoa – seja quem for, profissional do livro ou não – determine sua eventual carreira como escritor, simplesmente não merece essa carreira.
A escrita brota de dentro, não de fora. Ninguém escreve porque é obrigado por circunstâncias externas, e se faz isso deixará em breve, logo no primeiro obstáculo.
A escrita é uma necessidade de expressão da pessoa, seja de suas opiniões e conhecimentos (na não-ficção), seja na vontade de contar histórias (na ficção).
Escritores precisam aprender a alimentar por conta própria esse fogo interno de criatividade, de fluidez, de percepção, de sedução. A atenção dos outros é a cereja no bolo, mas o bolo em si quem tem que assar é a pessoa que escreve. (…)

Continuem lendo o artigo no excelente site Escreva Seu Livro. Clique aqui!

Inté!

Literatura News – Negros e Meninas de Doze Anos – Duelo de Escritores

O  ganhador da última rodada no Duelo de Escritores, cujo tema foi censura, é o neurótico e confuso texto do escritor Vogan Carruna – Ironia, que comete erros, não só gramaticais de preposições, como e principalmente ideológicos, tantos que nem valeria a pena comentar. Mas serei breve.

O texto ficcional/oportunista trata da estória de um velho jornalista  enlouquecido que, em determinada altura, o leitor percebe que ele (o autor?) já não  fala coisa com coisa. Ora defende a liberdade de expressão, ora sugere que internautas sejam proibidos de falar o que quiserem na rede.

Porém o mais patético do texto ganhador – e se este texto ganhou, imaginem, meus  leitores, o nível de eleitores do blog -, é que o autor, dando uma de antropólogo, defende que a sociedade deve liberar suas meninas de doze aos quinze anos para fornicação, alegando que em culturas antigas tal evento sexual era natural. E, pasmem, há duas meninas de quinze anos que participam do blog. Tirem suas próprias conclusões, leitores.

O texto é tão confuso, longo  e exagerado que, dificilmente, alguém poderá lê-lo sem bocejar, ou desistir no meio do caminho.

E, para quem tem estômago fraco, melhor não ler a parte em que o autor Vogan Carruna diz que há cem anos chicotear negro era “banal e até necessário”.

E por aí vai. Apenas pensem: se este texto, suspeitamente tendencioso, é eleito o ganhador da rodada no Duelo de Escritores, podemos imaginar o que poderá vir por aí. Mas estarei de olho, informando aos leitores.

Por fim, prefiro acreditar que o escritor apenas cometeu um erro e que, numa próxima oportunidade, haverá de se dar ao desagravo com um bom e lúcido texto.

Inté!

Mártir, a yorkshire

Os mártires não são necessariamente homens. Recentemente uma cadelinha frágil, inocente e pura, da raça yorkshire, foi torturada e assassinada por um monstro humano. A vizinha gravou e denunciou a maldade.
Confesso que precisei ser forte para assistir.

Ontem, fiquei sabendo pela TV que a polícia chegou – um dia depois da denúncia – na hora em que o monstrengo atirava a cachorrinha na grama, onde ela se debateu e deu o último suspiro.

A mulher foi multada em três mil reias pelo IBAMA, e será indiciada. Poderá também perder a guarda da filha de três anos.

Que a justiça seja feita. Quanto a nós, o que podemos fazer é exatamente o que as vizinhas fizeram. DENUNCIAR!

De minha parte fiz um poeminha para a yorkshire, entre lágrimas e soluços, triste com minha própria raça.

Dor de au-au

Dois segundos
E eu sobreviveria.
Minha pata quebrou-se
Mas eu aguentaria.

Doís dias, mas eu queria viver,
Ter um novo dono
E de novo ser feliz
E seu rosto poder lamber.

Um dia antes eu aguentaria
Mas a polícia veio tarde
Era tarde demais, meus olhos
Se fecharam, com dor e medo…

Agora, eu sou só uma energia
E uma lembrança
De quem fui um dia:
Uma cadelinha yorkshire
Tímida, ingênua e frágil,

Que morreu com dor e medo
Nas mãos de uma moça nervosa
Que não gostava de mim.

Só fico triste
Porque todos deveriam gostar de mim
E no entanto me vou
Sem uma carícia sequer.

Apenas levando na lembrança
As mãos carrascas
Daquela estranha mulher…

Sacanagem

Eu, de forma respeitosa, gostaria de saber a razão que nos leva a respeitar uma sociedade, onde cães fornicam em todas as esquinas. Pombos amam nas praças das maiores cidades; e todas as espécies sentem um certo prazer no encontro de corpos.

Não que eu esteja vivendo uma situação ídem. Isso não. Porque eu, você, todos nós, amamos e desamamos, num estalar de dedos. Também não quero fazer deste um post de reflexão. Não… não estou pensando em nada, nada além de mim e você.

Você, cavalheiro. Você, bonitão. Você, que fica neste lindo escritório, resenhando os resultados destas ridículas eleições brasileiras.

Eu, um sacro andarilho, por acaso, passo por uma cidade onde vejo todo um povo subjugado aos pés de homens brancos, com carros que até mesmo eu, confesso, senti inveja.

Um povo alegre, levantando saias e bandeiras, dívidas e saideiras. Eu vejo, cara-a-cara, a forma como o povo elege um mito.

Minto. Na verdade, eu até acho que essa estória de povo bobo é bobeira minha. Ninguém é bobo! Nada é por acaso.

Cada reino com sua sorte. Sorte minha observar a carreata dos mortos. Viva o rei!

Viva o Brasil!

Ainda é este o nome?…

Especicismo – modismo trágico

Olha o laçarote dela.

 

Entre nós, seres humanos pairam sentimentos estranhos, indignos e exóticos até para nós mesmos.

As coisas mais sórdidas geralmente são modismos: espancar mendigos, empregadas domésticas, atear fogo em índio, racismo, machismo, homofobia e essas coisinhas irritantes que somos obrigados a engolir porque não dá para dividir o mundo em dois – os estúpidos modistas de um lado e os conscientes de outro. Ops! Isso já seria discriminação também. Provavelmente não daria certo.

O jeito é botar a boca no trombone como muitos blogueiros fazem. É o caso da Fátima Tardelli, do Maldito, e do Sérgio Pontes, um amigo português bem engajado com a causa dos animais.  Vira e mexe estão denunciando atrocidades praticadas contra os animais.

Sim, de todos os discriminados citados acima, os animais são os que mais sofrem. Eles não podem se DEFENDER.

É o caso da garota aí da foto. Seu nome é Pratinha e foi encontrada com apenas três semanas de vida, com a perna traseira quebrada – talvez por um chute, ou atropelamento. Estava desnutrida e suja de fezes devido à dor e ao medo. Medo de gente!

Foi trazida de presente para mim num dia em que eu me encontrava triste, muito triste.

Olhei para ela e pensei em como minha tristeza era menor. Afinal, eu estava abrigada, alimentada e protegida. Eu sou gente, portanto superior.

Cuidei do meu presente. Alimentei, levei ao médico e dei carinho. Pratinha é mais um dos animais que tentamos ajudar.

Hoje, ela está com oito meses e se sente a dona da casa. Virou gente, acho.

Então, essa nova moda, talvez a mais cruel, chama-se Especicismo. Uma ousada e burra supostamente supremacia humana. Creio de deveríamos nos mobilizar e pensar até mesmo na comida que põem em nossa mesa.

Afinal de contas, não somos animais como a Pratinha. Somos gente. 

Ser mulher, mas ser homem também

Do baú…

Ser mulher não é absolutamente ser mesmo mulher; não no sentido óbvio da palavra e da tal discriminação sugerida. Não seria simplesmente atribuir ao sexo oposto as diferenças orgânicas de genitálias e massa muscular. E tampouco sentir-se a fatídica costela provedora.

Andei pensando a respeito, sem nenhuma afetação ou posicionamento de qualquer ordem. Só mesmo a título de reflexão, porque muito se fala, e até muito se tem feito, sob vários pontos de vista – humanistas, antropológicos, políticos, jurídicos e sexuais.

Onde eu quero chegar, bem. Estou meio que levando-me em direções contrárias ao que já foi e está sendo proposto e constituído. Aqui e mundo a fora. Posso explicar, ou tentar.

De alguma forma aceitamos, misteriosamente esta (des) vantagem sexual. Sim, para mim é só sexual. E não há diferença, apenas semelhanças com direito a opiniões e perspectivas às vezes diferentes.

Já fui considerada feminista, moderninha, liberal, chata, e aquela que carrega no cérebro, diferente dos homens, uma ‘disfunção’ que faz com que fale mais e a mais.

Todavia, aí também não procede esta suposta disputa sexual. Eu não tenho escrotos e nem por isso haverei de vangloriar-me por não sentir a trágica dor que causa uma contusão nesta parte do corpo humano. Por isso, não creio ser sábio e de bom tom argumentar sobre a dor do parto.

Também não é o caso de se chegar à conclusão óbvia e cômica de que no fundo é tudo ‘coisa de ser humano.’

Não é.

Existe a diferença, e ela é clara. E diferentes dores há para mulher e homem. Taxá-los como iguais, não há como. Caso contrário, estaria eu porventura delirando, ou de fato bolada?

Leis protegem a mulher contra a violência. Direitos humanos. Leis cuidam para que se entenda que a mulher pode ser violentada também moral e piscologicamente.

Acredito que se não fosse a ortodoxa visão masculina, poderia-se descobrir que homens também gostariam de ter algumas proteções legais com relação a muitas violências sofridas nas mãos de mulheres. E não são poucas.

Não afirmo nada que feche este pensamento. Só acho que teoricamente é possível que estejamos discutindo de trás para frente, ou sei lá, pernósticos e pouco sabiamente.

Não há como classificar que isto ou aquilo sejam ‘coisa de mulher’; e outras tantas de homem. Também não neguemos as diferenças e idiossincrasias de cada um.

Fica no ar, a despeito de minhas dúvidas, apenas esta questão, ou seja, quando uma pessoa, animal ou planta, sentem-se agredidos, devemos classificar a violência de forma específica? Ou seria mais fácil separar definitivamente o Bem do Mal?

Porém, independente das Escrituras, dos Códigos Penais, os de Honra e etc., acredito que este é realmente apenas um pensamento, uma digressão ao acaso. Talvez não haja conclusão. Provavelmente nem Mal e Bem em esferas antagônicas.

Acho que no mínimo devemos saber, sinceramente, o que nos é bem vindo e o que nos causa mal estar.

Amigos são fundamentais. E esta certeza é das poucas sabidas.

Um bom papo também pode refletir em muitos a nacessidade do exercício da fraternidade. Esta é, sem dúvida, uma bela palavra. E nela cabem perfeitamente o homem e a mulher.

 

Globalização e Amazônia.com

Olá  Maldito, 

Respondendo a sua pergunta sobre migrar para o WordPress, eis minha opinião:

Pagar não faria sentido, já que o Sr. Google faz parcerias com este servidor. E, tanto Blogspot quanto WordPress valem-se de nós autores que impulsionamos a transmigração globalizada das informações específicas e as tais digressões.

Existe uma opção nos templates que oferece o direito de você pôr no cabeçalho a foto ou imagem que quiser.

Também existem negociações (a baixo custo) que oferecem mais opções. Eu preciso estudar estas possibilidades – meu outro blog sumiu, embora meu ex-sócio pagasse hospedagem.

Deixo claro não conhecer outros servidores, portanto me isento de predileções.

Bem, o bom e free desta inovação do WordPress, é podermos abrir páginas independentes da entrada do post, ou seja, mantemos a assiduidade normal dos artigos, enquanto o visitante poderá optar em abrir, por exemplo, uma página onde se tenha optado em selecionar notícias subversivas, digamos.

Enfim, considero o WordPress e o Blogspot sérios e destinados aos que escrevem compulsivamente. Entretanto, devido ao grande número de blogueiros escrevinhadores/clientes do WordPress e Blogspot (Google), eu penso que algum suporte inerente a direitos autorais deveria constar nos vários contratos que aceitamos com um simples click. Confesso não ter tido paciência e óculos para tal necessidade.

Em suma, você, Maldito, que rala jogando na rede notícias de esquerda, direita, e até dos que se mantém em cima do muro, deveria gerar uma espécie de premiação, já que blogueiros sérios como nós, ainda somos infelizmente a minoria.

Apesar de sabermos que a vontade política do Brasil é tão forte quanto uma ventosidade sonora expelida pelo ânus que antecede a diarréia, espero que na blogosfera dita brasileira não sejam misturados alhos com bugalhos.

Os servidores citados poderiam se comprometer – oficialmente – com esta nova linguagem na comunicação que, antes de pretender desfilar globalizada, melhor seria que os Hosts se preocupassem com questões regionais no âmago do Brasil por exemplo, este que até onde sabemos é o soberano Pai da Amazônia.

Por mais que eu e você, todos nós aceitemos a realidade do milênio, acredito que tanto o WordPress quanto o Blogspot têm a consciência, até virtual de que para se fazer uma grande roda, é necessário que mãos vizinhas se encontrem.

Melhor dizendo, a blogosfera brasileira, não há como negar, segue o rítmo da timbalada e dos filhos de ghandi pagodeiros e bossanovenses do único país que, independente de ser o mais lindo das Américas, mantém, graças a Deus – que dizem ser brasileiro -, o orgulho genuíno de assumir suas tradições em detrimento de alguns manipuladores virtuais microsoftianos que podem reinventar linguagens em hipertextos, porém jamais poderão assassinar a língua portuguesa.

Não por acaso, a mesma língua que agrupa alguns dos maiores poetas oficialmente reconhecidos no mundo: Castro Alves, Gregório de Matos, Fernando Pessoa e… José Saramago.

Não obstante, a credibilidade da blogosfera brasileira vai bem, formando positivamente a grande roda. É questão de tempo e boa vontade, e boa vontade o WordPress e o Blogspot têm. O resto é com a gente.