Arquivo da categoria: Poetizando

SÚBITO

SÚBITO Minha sanidade onde a perdi Em qual momento deixou de existir Para ser tormento Quão bom é enlouquecer As rosas ficam em ballet Lírios aspergem voam Há dois sóis há ternura Nuvens Jô girassóis Certamente é bom estar nada … Continuar lendo

Publicado em Arte e etc., Belas, Poetizando, Sombrias Poesias, Tentativa de poetizar | Deixe um comentário

Dias

Nesses dias assim, nem chuva nem sol, arranco de mim toda ilusão, esperança e faz-de-conta. Não há vida que suporte um dia atrás do outro sem nada de novo. Fazer o que, me pergunto, com esse tédio essa pasmaceira. Lembrei … Continuar lendo

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Conclusão

Andar andei como é a vontade do corpo Pensar pensei como é a exigência da mente Cuspi, vomitei Perdi coisas, gente, mãe e pai. Você… Chorar chorei porque faz parte do metabolismo Jung eu li, e Freud quase não. Tive … Continuar lendo

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Induz que luz

Que nada que não tem como explicar as cataratas de tua visão, Niágara, morte desprevenida, manchas universo cérebro, nada, que nada, tudo é a mesma coisa. Tu o queres, mas não há coragem, é invisível. Não basta. Deus assim não … Continuar lendo

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Módica Música

Já fui lésbica Sádica Ínfima Sórdida Drástica Súbita Mórfica Ácida, Mônica Cínica Búlica Lírica Nômade Séria Lápide Fétida Súbita Cêntrica Lúdica Útera Máxima Lógica Trêmula Nádica Bêbada Nódoa Sântica. Já fui mística, tática De novo lésbica Fêmea Sólida Líquida E … Continuar lendo

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Milagre

Não adianta querer ser mais do que a morte é, ou recorrer aos livros, delegado ou padre fato certo inquestionável, ó mente humana é que no mundo e fora dele tudo é milagre. Entretanto, criatura insólita, tenebrosa e morta, não … Continuar lendo

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Nero Fiore

  Ouve, louco, este silêncio que faz um barulho tão ensurdecedor! São navios piratas, é ela! É ela! Ouve, alucinado, abestado dos infernos, que chega a tua hora, paranóia, venha para a janela, o fogo se espalha rapidamente! Queres tu … Continuar lendo

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Copacabana, o mundo te ama!

Obrigada, Tom!  

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Alma em Agonia

É apenas, apenas agonia, desterro, sangue, cheiro de sangue! Nas pernas do ar é a guerra, o mar, tudo se prontifica em minhas mãos.  Não quero saber de mais nada, há confusão por toda parte, há manadas, gados obedientes, dor … Continuar lendo

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Cascavel Adoecida

Serena como pomba ferida Mergulho na estranha certeza de não mais ficar Desta forma à mercê do meu carrasco Como babel, doces lábios de Frida. Que pena, meu Deus, não há como eu Quem saiba amar desesperadamente No redemoinho dos … Continuar lendo

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