Odeio religião!

Acordei com vontade de escrever sobre… antropologia, sociologia. Teologia! Bacana, eu pensei. Acabo de olhar meu relógio e tenho tantas coisas a fazer!… O título tá meio pesado, todavia é a mais pura verdade. Posso tirar o “Odeio” e substituir por “Por que religião?” ou “O homem precisa mesmo ser religioso?”
Não quero nem saber! Vem chumbinho por aí. Chumbo grosso.
Jamais acreditei na Bíblia como sendo um livro escrito por Deus-Todo-Poderoso. Até que minha consciência me lembrou de um antigo projeto que era ler toda o Livro e pesquisá-lo. E é exatamente o que estou fazendo. Já li toda a Bíblia e a releio em capítulos e livros. Ainda odeio religião, entretanto, preciso analisar profundamente alguns aspectos. A começar pelo fato de que a Bíblia não é religião. Estou mergulhada em História Universal, Hebraica e Árabe. Interessante, a viagem é surpreendente.
Conforme for, escreverei a respeito. No devido tempo. Ainda nem sei por onde recomeçar. Andei esses meses lendo muito e escrevendo e dando aulas de roteiros. Estes posts são experimentais. Que bom. Odeio ter certezas.

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Marcelo Rubens Paiva no Largo da Carioca

Enquanto isso, nos sebos cariocas

Nada disso. Não é puxar a brasa para minha sardinha, mas convenhamos, Marcelo Rubens Paiva, Antônio Callado, Waldemar Cláudio dos Santos, e… ufa! Todos a Um Real!

Passando pelo Largo da Carioca, parei em um dos vários stands, e demorei horas escolhendo (que difícil) alguns livros que, além de bem conservados, têm a magia de nos prender ali, no coração do Rio de Janeiro, a cidade que não abre mão da cultura, apesar dos maus tratos políticos.

Por respeito ao grande Rubens Paiva, resolvi destacar seu filho, o Marcelo Rubens Paiva, um intelectual que nos dá a honra e o dever de não esquecermos seu pai, aquele escritor e jornalista ‘desaparecido’ na ditadura militar.

O romance policial Bala na agulha, publicado em 1992 e recentemente lançado com revisão do autor, fala de prostituição e tráfico. Mesmo a estória se passando em Manhattan, NY, percebe-se crítica óbvia à história recente do Brasil.

Ficam a indicação e a homenagem à minha cidade, que se esforça em manter seu charme, com seus milhares de sebos espalhados em esquinas e cafés literários.

Largo da Carioca – 1950

Para Alexandre Kovacs

Bom final de semana a todos! 🙂