Arquivo da tag: poesia

O CAVALEIRO INFIEL

O Cavaleiro Infiel Me transformo agora em negra flor pois que vens e me perfumas com loções de barba ervas sumas em abraço és-me tórrido beijador Teu grasnar é tal surpresa mesmo ali oh!, lugar qualquer a volúpia não tem … Continuar lendo

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Dele a Elegia

Como magia ou outro fenômeno qualquer naquele momento deixei de ser artista estanquei de ser mulher. Vibrei o instrumento na vidraça e o som das lascas de madeira, os cacos ruidosos confundiram-se com a dor da tua elegia – Por … Continuar lendo

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Kósmikos

A festa da alegria é apenas sensação do que incomodava e se foi. Percebo, em cada átomo de meu corpo, a lanhada que o universo desferiu contra mim. O céu escuro da noite diz muito de quem eu sou. Um … Continuar lendo

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Dia da poesia

                                  “TUDO É POESIA, O RESTO É SONO” Dia hoje da poesia, como pode ser se todo tempo a ilusão poetiza nossa vida? Como dia da poesia se as coisas são as mesmas.? Gente sem amor, mulher sem aquele … Continuar lendo

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Induz que luz

Que nada que não tem como explicar as cataratas de tua visão, Niágara, morte desprevenida, manchas universo cérebro, nada, que nada, tudo é a mesma coisa. Tu o queres, mas não há coragem, é invisível. Não basta. Deus assim não … Continuar lendo

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Para falar de poesia – Arkadii Dragomoshchenko

Leia a entrevista do poeta alemão Arkadii Dragomoshchenko a Régis Bonvicino  e Odile Cisneros Para falar de poesia Falar de poesia é falar do nada ou possivelmente de algumas raias externas (onde a língua se devora) discernindo ou determinando um … Continuar lendo

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Reptiliano – Luiz Guilherme Volpato

E acordo assim. Com o sono invadido por sonhos e lembranças. Como realidades hipotéticas. De uma época onde curvas no caminho ainda poderiam ser tomadas. Num mundo onde fechar os olhos e sentir a brisa contra o rosto ainda fazia … Continuar lendo

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Para que escrever poesia? Para quem? – Les Murray

Les Murray. O instrumento Quem lê poesia? Não nossos intelectuais; eles querem controlá-la. Não os amantes, não os combativos, não os examinadores. Eles também roçam-na em busca de bouquets e trunfos mágicos. Não os alunos pobres que peidam furtivamente enquanto … Continuar lendo

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Há coisas tão eternas, há coisas realmente impressionantes

Childe Hassam Canteiros (Cecília Meireles) Quando penso em você fecho os olhos de saudade Tenho tido muita coisa, menos a felicidade Correm os meus dedos longos em versos tristes que invento Nem aquilo a que me entrego já me traz … Continuar lendo

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“O Beijo da Mulher Aranha”

Finalmente estamos a sós. Como ninhada desmamada que grita de longe por colo. Somos tristes, contudo, quem mais pode-se dizer feliz, se a crosta terrestre derrete-se lentamente; o céu está estranho. A internet assusta com suas previsões e previsíveis profecias. … Continuar lendo

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