Arquivo do mês: novembro 2007

Poesia de Paulo Vilmar

Resolvi escrever sobre amor, Mas lembrei de suas coxas, do gosto da sua carne, do prazer de revolver, sua boca, seu corpo, suas entranhas!  De plantar-me sobre você, abusado, lambuzado e sorrindo. Lembrei-me do cheiro forte de sexo, de suor, … Continuar lendo

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Sob as rodas do ônibus

Eu estava correndo pro ponto do ônibus. Meus passos eram nervosos, com pressa, com falta de ar. A roupa de sempre, a sandália de sempre, a pressa de sempre, o batom e o perfume se foram, era tarde. Dia que … Continuar lendo

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A cara do cara – Poesia de Dan R.

A cara dele os dentes o pau os dedos os pentelhos claros a língua os medos os pêlos do antebraço os palavrões as brigas a rouquidão cigarro o cigarro o olho água a porra o leite o nariz agudo o … Continuar lendo

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Desejo de Alessandro Martins

O desejo, diferente do que se pensa, não queima. Na verdade, inunda o ser, que enfim se afoga em bálsamo. Uma onda de lassidão toma o corpo e, seletiva contrai alguns músculos e descontrai outros. Acorda, assim, quem antes dormia … Continuar lendo

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Poesia da Lady Cronopio

entre as notícias loucas que povoam jornais&TV, eu antecipo teu sorriso e só assim, posso continuar o dia que mal começou num sinal fechado com um pivete me ameaçando através da película escura que encobre os vidros do meu carro. … Continuar lendo

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Remember…

PARA MARCELA ( meu bebê quando tinha 4 aninhos ganhou este poema da coruja punk) Vê que as vitrines são coloridas e os pássaros gorjeiam apanhando ramos no cair da tarde? Sente que o mundo é muito grande e nem … Continuar lendo

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Quem sou eu afinal?

Talvez apenas uma presunçosa blogueira Sem eira nem beira À beira do abismo Na beirada de minha vida Disfarçando minha tristeza Perscrutando meu espírito Inventando amores Em alquimias distantes Distantes do sol e da lua Das luas dos sóis E as noites … Continuar lendo

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Ele, o poeta, maior dos meus amores…

EROS E PSIQUE FERNANDINHO PESSOA Conta a lenda que dormia Uma Princesa encantada A quem só despertaria Um Infante, que viria De além do muro da estrada. Ele tinha que, tentado, Vencer o mal e o bem, Antes que, já … Continuar lendo

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Pablo Neruda

MORRE LENTAMENTE Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar. Morre lentamente quem se transforma em escravo … Continuar lendo

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Poesia da Maga

Eu te olhei e tu me olhaste e neste instante… bem, neste instante nada aconteceu. O mundo continuou a girar sobre seu eixo e a vida seguiu – a minha e a tua. Com a diferença de que, agora, o … Continuar lendo

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